Dois amigos lá da boa terra conversando muito chateados: — Olha lá tu, não vês que o brasileiro é um ignorante, vive dizendo que nós portugueses só nos chamamos Manoel e Joaquim. Não é uma besteira, Joaquim!? — É um espanto, Manoel, é um espanto!
Aconteceu um acidente na escola. Joãozinho queria saber quem morreu. Pensando, disse: — Eu tenho que saber quem morreu. Aí ele teve uma ideia: — Vou dizer que sou da família. Aí, quando chega lá, é um burro que morre no acidente.
Estavam certo dia dois amigos discutindo. O mais jovem indagava o outro: — Escuta, Mário, sogra é uma porcaria, onde eu vou minha mulher leva a jararaca atrás, como é que você diz que sogra é algo muito importante? — Olha, José, quando eu vou no motel com minha secretária, eu digo: querida, vou ver sua mãe, deixo minhas coisas na casa da velha e vou para o motel, pois a velha vive dormindo.
Um cara correndo em seu carro na estrada passa por uma mulher que vem em sentido contrário e grita: — Porco. E ele, irritado, grita: — Vagabunda. Quando, neste exato momento, bate o carro em um porco, capota e morre.
Um rapaz foi tomar um avião, sentou-se na sua poltrona e viu que ao lado havia um homem musculoso, todo bombadão. No meio da viagem, o homem ao seu lado adormeceu. Mais tarde, o rapaz começa a passar mal e vomita no homem ao lado. Desesperado, não sabe o que fazer, quando de repente o homem acorda e o rapaz fala: — Já está melhor?
O repórter chegou aos Estados Unidos para fazer uma pesquisa sobre os tipos de morte a que as pessoas eram condenadas. Passou na primeira sala e o agente da penitenciária mostrou a injeção letal: — Esta você aplica na veia e, em instantes, a pessoa morre. Passou em outra sala e o agente penitenciário mostrou a forca: — Esta é bem conhecida de todos. Basta amarrar a corda no pescoço da pessoa e puxar o banco, e ela morrerá enforcada. Passando por um corredor, escutou gritos: "Ai, ai, ai, ai, ai!", e perguntou ao agente penitenciário: — O que está…