O rimador
Havia um sujeito com o nome de Romeu. Esse sujeito era caminhoneiro, porém era metido a poeta: tudo para ele tinha que ser rimado.
Certo dia, andando na estrada, uma moça pediu carona para ele. Ele abriu a porta e já disse:
— Meu nome é Romeu, esse caminhão é meu, entrou aqui se fodeu.
E já deu uma com a moça. Outro dia, pegando a estrada, outra moça deu sinal de carona. Ele abriu a porta e disse:
— Meu nome é Romeu, esse caminhão é meu, entrou aqui se fodeu.
Traçou mais uma moça. Certo dia, andando na estrada, uma freira deu sinal de carona. Ele abriu a porta e disse:
— Meu nome é Romeu, esse caminhão é meu, entrou aqui se fodeu.
Quando ia começar a foder a freira, a freira disse:
— Não, moço, por favor, não faça isso comigo não, eu estou menstruada.
Ele retrucou:
— Não vem com nhã nhã nhã, não deixo pra amanhã e vou comer sua bunda, irmã.
E comeu o cu da freira. Quando a freira ia descer do caminhão, ele estava se desculpando, e a freira disse, rimando:
— Não tem problema não. Meu nome é Roberval, gostei do seu pau e isso aqui é fantasia de carnaval.
