O "tato"
O "tato" foi na sapataria comprar um tênis. Aproximou-se meio cabisbaixo e envergonhado do vendedor e disse:
— Eu quero um "ênis".
O vendedor, sem entender direito, virou pra ele e disse:
— O senhor quer o quê?
Ao que ele responde:
— Um "ênis".
Maldando o caso, o vendedor disse sério para o "tato":
— Ah! Pois não, isso é com meu gerente. Me acompanhe, por favor.
Chegando diante do gerente, fez um breve e conhecido sinal, dizendo:
— Gerente, esse senhor deseja lhe falar.
O gerente, educadamente, disse para o "tato":
— Pois não, cavalheiro, em que posso lhe ajudar?
O "tato" tornou a repetir:
— Eu quero um "ênis".
O gerente carregou na pergunta:
— Quer o quê, meu senhor?
— Um "ênis".
O gerente, solícito, prontificou-se:
— Ah! Pois não, é comigo mesmo. Por favor, acompanhe-me.
O "tato" o seguiu sem restrições.
O gerente abriu uma porta, fez o gesto para que o "tato" entrasse na sala, ao que de pronto foi atendido. O gerente, que era um negrão "dobrado", fechou a porta, abriu seu zíper e colocou "seus documentos" pra fora, em cima da mesa, todo orgulhoso, para o "tato".
Calmamente, o "tato" disse:
— Eu disse que quero um "ênis", não um "ichute"!.
