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Pintinho encantado

Piada de Loucos

Um loko depois de bêbado resolveu testar como ficaria o seu pintinho de estimação tomando aquela pinga fortíssima que ele acabara de tomar.

Então logo deu o primeiro gole e perguntou:

— Tá sentindo algo, pintinho?
— Tô tintino nada.

O louco lascou mais 2 doses:

— Tá sentindo agora?
— Tô tintino nada.

Puta merda! E lá se foi meia garrafa...

— E agora, tá sentindo?
— Tô tintino nada.

O loko se cansou e depois da segunda garrafa...

— E agora.........??????????
— Tô tintino nada. Nunto tintino perninha, bracinho...

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Mais piadas de Loucos

  1. O psiquiatra e o louco

    O paciente foi ao psiquiatra para fazer uma consulta. Chegando lá, ele entrou no consultório e o psiquiatra pergunta:
    — O que houve, meu amigo?
    — Doutor, porque para mim eu sou dois.
    O doutor respondeu:
    — Ah, é? Então senta aí para nós 5 conversar.

  2. A ambulância

    Dois loucos fogem do hospício dirigindo a ambulância, encontram uma velhinha atravessando a rua e o doido carona grita desesperado pro doido motorista:

    — Cuidado! Cuidado!

    Ouve-se o barulho do atropelamento.

    O doido que gritou suspira aliviado:

    — Ah! Ainda bem — pensei que você ia errar!!!!!

  3. Louco

    O louco estava andando na rua, então os vizinhos acharam melhor chamar o manicômio. Um louco à solta na rua seria muito perigoso para a sociedade.

  4. Bolinha de pingue-pongue cor-de-rosa

    Um homem sonhava em ter um filho. Um dia seu filho nasceu. No seu primeiro ano de vida, como o cara era muito rico, resolveu dar um bom presente para o filho. Perguntou ao filho o que ele queria de aniversário (o filho ainda não sabia falar), e por incrível que pareça o filho falou: — Bolinha de pingue-pongue cor-de-rosa. O pai estranhou, mas resolveu dar a bolinha de pingue-pongue cor-de-rosa que o filho pediu. E assim foi quando o filho completou: dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, onze, doze, treze, quatorze. E quando o filho…

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  5. Fugindo aos poucos

    Dois companheiros de cela estão presos há muito tempo. Um certo dia, o Manuel acorda e, ao olhar para o lado, percebe que João está sem um dedo do pé.
    No dia seguinte, Manuel acorda e, ao olhar para o companheiro, percebe que agora João está sem uma de suas mãos, e o fato vai ocorrendo durante vários dias, até que, uma semana depois, após acordar, Manuel começa a gritar desesperadamente pelo carcereiro:
    — Carcereiro!! Carcereiro!! Não é que eu queira ser dedo-duro, mas o João devagarinho, devagarinho, tá fugindo aos poucos.
    — Calma, Manoel, é que o João está com lepra...

  6. O camelo

    Tinha um rapaz no deserto perdido. Quando ele foi tentar comer o camelo, ele se ajeitava todo e, na hora H, arredava um pouco. Então, andando, ele encontrou um mulherão sendo engolida pela areia movediça. Ele a salvou e depois ela disse:
    — Peça o que você quiser que eu faço...
    O cara, sem pensar, falou:
    — Será que você não podia segurar o camelo aqui só um minutinho para mim...