Para que servem as primas?
Você sabe para que servem as primas?
R: Pra gente não comer as irmãs.
Você sabe para que servem as primas?
R: Pra gente não comer as irmãs.
Dois primos caipiras decidiram entrar para o exército. Chegando lá, foram falar com o sargento. O sargento perguntou para um deles: — Como é seu nome? Ele respondeu: — Jão. O sargento disse: — A partir de hoje seu nome é João. O sargento continuou: — O que veio fazer aqui? Ele respondeu: — Descansar! O sargento replicou: — Descansar, não; você veio defender a pátria. Apontando para a bandeira do Brasil, o sargento perguntou: — Quem é aquela lá? João respondeu: — Aquela é a bandeira. O sargento replicou novamente: — Aqui ela é a sua mãe. Enquanto o…
Numa cidade do interior de Minas, dois primos que tinham se alistado foram se apresentar no exército. Estavam no pátio quando chegou o coronel e perguntou para o primeiro: — Qual o seu nome? — Meu nome é Tonho. — Quando alguém aqui dentro lhe fizer esta pergunta, responda: meu nome é Antônio, senhor. Responda. — Meu nome é Antônio, senhor. — Muito bem, Antônio. O que você veio fazer aqui? — Vim porque me mandaram. — Quando alguém aqui dentro lhe perguntar o que veio fazer aqui, responda: vim servir a pátria, senhor. Responda. — Vim servir a pátria…
Numa cidade do interior de Minas, dois primos que tinham se alistado foram se apresentar no exército. Estavam no pátio quando chegou o coronel e perguntou para o primeiro: — Qual o seu nome? — Meu nome é Tonho. — Quando alguém aqui dentro lhe fizer esta pergunta, responda: meu nome é Antônio, senhor. Responda. — Meu nome é Antônio, senhor. — Muito bem, Antônio. O que você veio fazer aqui? — Vim porque me mandaram. — Quando alguém aqui dentro lhe perguntar o que veio fazer aqui, responda: vim servir a pátria, senhor. Responda. — Vim servir a pátria…
Numa cidade do interior de Minas, dois primos que tinham se alistado foram se apresentar no exército. Estavam no pátio quando chegou o coronel e perguntou para o primeiro: — Qual o seu nome? — Meu nome é Tonho. — Quando alguém aqui dentro lhe fizer esta pergunta, responda: meu nome é Antônio, senhor. Responda. — Meu nome é Antônio, senhor. — Muito bem, Antônio. O que você veio fazer aqui? — Vim porque me mandaram. — Quando alguém aqui dentro lhe perguntar o que veio fazer aqui, responda: vim servir a pátria, senhor. Responda. — Vim servir a pátria…
Numa cidade do interior de Minas, dois primos que tinham se alistado foram se apresentar no exército. Estavam no pátio quando chegou o coronel e perguntou para o primeiro: — Qual o seu nome? — Meu nome é Tonho. — Quando alguém aqui dentro lhe fizer esta pergunta, responda: meu nome é Antônio, senhor. Responda. — Meu nome é Antônio, senhor. — Muito bem, Antônio, o que você veio fazer aqui? — Vim porque me mandaram. — Quando alguém aqui dentro lhe perguntar o que veio fazer aqui, responda: vim servir a pátria, senhor. Responda. — Vim servir a pátria…
Numa cidade do interior de Minas, dois primos que tinham se alistado foram se apresentar no exército. Estavam no pátio quando chegou o coronel e perguntou para o primeiro: — Qual o seu nome? — Meu nome é Tonho. — Quando alguém aqui dentro lhe fizer esta pergunta, responda: meu nome é Antônio, senhor. Responda. — Meu nome é Antônio, senhor. — Muito bem, Antônio. O que você veio fazer aqui? — Vim porque me mandaram. — Quando alguém aqui dentro lhe perguntar o que veio fazer aqui, responda: vim servir a pátria, senhor. Responda. — Vim servir a pátria…
Os dois primos do interior resolveram, pela primeira vez, fazer compras na capital paulista. Chegam num elegante shopping e entram pela porta giratória, rodam, rodam e saem pelo lado de fora do shopping. — Ué! Mas purque colocaram isso aqui qui num dá pra nada! Se lá em riba tá escrito Shopin! — reclama um deles. — Oi! Oi lá! É poita mágica! O home entrou lá dentro e num saiu mais! — diz o outro. — Tão querendo inganá nois, primo! Vamu prum otro shopin! — e foram eles. Na porta está escrito PUSH. Então, os dois puxam, puxam e a porta não abre. — Num…
A loira estava em casa e foi trocar uma lâmpada. Ela subiu na escada e estava trocando, estava de saia, quando seus primos olharam de baixo para cima e viram tudo. Ela correu até seu pai e o perguntou por que eles a olharam de baixo para cima, então ele respondeu:
— Deve ter sido pra olhar sua calcinha.
Ela responde:
— Ainda bem que eu estava sem calcinha.
Já fui professor de diversas disciplinas, entre elas Matemática, mas esse fato fez com que eu abandonasse de vez o magistério.
Numa prova final, aplicada aos alunos de 3º ano do 2º grau, fiz a seguinte pergunta:
O número 11 é primo? Justifique.
Duas respostas me deixaram pasmo.
Primeira: "Não. Eles não são primos, eles são irmãos. Provavelmente gêmeos, porque eles são iguaizinhos".
Segunda: "Sim. Porque é o encontro de duas vogais na mesma sílaba".
Verdade!!!
Um garoto de 15 anos entra na farmácia. — Quero uma camisinha. — Para que você quer uma camisinha nessa idade? — É que vou jantar na casa da minha namorada hoje e, sabe como é, né, pode rolar alguma coisa. Quinze minutos depois, volta o garoto. — Me vê mais uma camisinha. — Mais uma, garoto? — É que minha namorada tem uma priminha e sabe como são essas primas, né? Não deu dez minutos e o garoto volta à farmácia. — O senhor me vende mais uma? — E agora qual é a desculpa? — É que a mãe da minha namorada é muito tarada, então já vou prevenido. Pode ser…
Dois primos querem se alistar no exército. Pedro, que era mais esperto, mandou Tonho ir primeiro. Aí o general perguntou: — Que arma é essa? Ele respondeu: — Resorve. — Resorve não, revólver — corrigiu o general. Perguntou de novo: — Que arma é essa? — Fuzir. — Fuzir não, fuzil — disse o general. Em seguida perguntou: — O que significa isso? Tonho respondeu: — É um pano estampado. O general corrigiu: — Você ficou louco? Isso é sua pátria, sua mãe, a bandeira brasileira! Chegou a hora de Pedro. Perguntou tudo novamente, e as respostas foram corretas…
Dois baianos primos foram se alistar no exército.
Chegando lá, o sargento perguntou para o 1º:
— Como é o seu nome?
— É Tonho — disse ele.
— Negativo. De agora em diante você se chamará Antônio.
— O que você veio fazer aqui?
— Vim me alistar.
— Negativo, você veio servir a sua pátria. E o que é aquilo?
— É a bandeira do Brasil.
— Negativo. De agora em diante ela será a sua mãe. Agora você — disse o sargento com o outro.
— Como é o seu nome?
— É Pedro — disse.
— O que você veio fazer aqui?
— Vim servir a pátria — disse.
— E o que é aquilo?
— É a minha tia, mãe do Tonho.
Dois primos baianos vão servir na Marinha.
Chegando lá, são entrevistados pelo sargento:
— Qual o seu nome? — pergunta ao primeiro.
— É Tonho, meu rei.
— Negativo. De agora em diante você será "Antônio". E o que você está fazendo aqui?
— Tô cunversando.
— Negativo. Você está servindo à Pátria. E o que é aquilo? — pergunta apontando para a Bandeira do Brasil.
— É a bandeira, oxente!
— Negativo. De agora em diante ela é a sua Mãe.
Vira-se para o segundo e pergunta:
— Qual o seu nome?
— É Pedro.
— E o que você está fazendo aqui?
— Servindo à Pátria.
— E o que é aquilo? — apontando para a bandeira.
— É minha tia. Mãe de Tonho...
Dois portugueses da mesma família, primos, vão servir o exército.
Chegando lá, são entrevistados pelo sargento:
— Qual é o seu nome? — pergunta ao primeiro.
— É Quim.
— Negativo. De agora em diante você será Joaquim. E o que você está fazendo aqui?
— Tô dando um tempo.
— Negativo. Você está servindo à Pátria. E o que é aquilo? — pergunta apontando para a bandeira portuguesa.
— É a bandeira.
— Negativo. De agora em diante ela é a sua mãe.
Vira-se para o outro e pergunta:
— Qual o seu nome?
— É Pedro.
— E o que está fazendo aqui?
— Servindo à Pátria.
— E o que é aquilo (a bandeira)?
— É a minha tia, mãe do Quim.
Dois goianos da mesma família, primos, vão servir o exército.
Chegando lá, são entrevistados pelo sargento:
— Qual o seu nome? — pergunta ao primeiro.
— É Tonho.
— Negativo. De agora em diante você será "Antônio". E o que você está fazendo aqui?
— Tô dando um tempo.
— Negativo. Você está servindo à Pátria. E o que é aquilo? — pergunta, apontando para a Bandeira do Brasil.
— É a bandeira.
— Negativo. De agora em diante ela é a sua Mãe.
Vira-se para o segundo e pergunta:
— Qual o seu nome?
— É Pedro.
— E o que você está fazendo aqui?
— Servindo à Pátria.
— E o que é aquilo (a bandeira)?
— É minha tia. Mãe de Tonho...
Vindos da roça, dois primos se apresentam para o serviço militar. O sargento questiona um deles:
— Qual o seu nome, meu jovem?
— É Tonho.
— Negativo. Agora você é soldado Antônio. Sabe o que você veio fazer aqui?
— Sei não. Cês chamaram, eu vim.
— Você veio servir a Pátria. Não se esqueça.
O sargento aponta para a bandeira e indaga o que ela é:
— Uai, não é a bandeira?
— Negativo. A partir de agora aquela é sua mãe.
O sargento volta-se para o outro rapaz:
— Qual o seu nome?
— É soldado Pedro. Eu vim servir a Pátria.
— Isso mesmo. E o que é para você aquela bandeira?
— É minha tia, mãe do Tonho.
Dois primos foram servir ao exército. Chegando lá, são entrevistados pelo sargento.
— Qual o seu nome?
— Meu nome é Tonho.
— Negativo. De agora em diante será Antônio. E o que você está fazendo aqui?
— Tô dando um tempo.
— Negativo, de agora em diante está servindo à pátria. E o que é aquilo? — pergunta apontando para a bandeira do Brasil.
— É a bandeira.
— Negativo, de agora em diante é a sua mãe.
Então vira-se para o segundo, que é primo do Tonho, e pergunta:
— Qual é o seu nome?
— É Carlos.
— E o que você está fazendo aqui?
— Servindo a pátria.
— E o que é aquilo? — apontando para a bandeira.
— É a minha tia, a mãe do Tonho!
Servindo à pátria: :-) Servindo a Marinha: Dois primos caipiras vão se alistar na marinha. Chegando lá são entrevistados pelo sargento: — Qual o seu nome? — pergunta ao primeiro. — É Tonho. — Negativo. De agora em diante você será "Antônio". E o que você está fazendo aqui? — Tô dando um tempo. — Negativo. Você está servindo à Pátria. E o que é aquilo? — pergunta apontando para a Bandeira do Brasil. — É a bandeira. — Negativo. De agora em diante ela é a sua Mãe. Vira-se para o segundo e pergunta: — Qual o seu nome? — É Zeca. — Negativo. De agora em…
Joãozinho chega pra mãe e diz: — Mãe, a senhora precisa saber: quando a senhora saiu, pai pegou a empregada, levou pra cozinha, colocou ela em cima da mesa, tirou a roupa dele e a roupa dela. A mãe disse a Joãozinho: — Na hora, pare. Hoje à noite vai ter um jantar, entre a família, irão estar todos aqui, então você conta lá, ok? À noite, todos reunidos: avós, tios, primos, a família toda. Então a mãe chega a Joãozinho e diz pra ele contar a história. Então ele diz: — Vô e vó, vocês precisam saber: quando a mãe saiu de casa, pai pegou a empregada, levou…
Eram 3 horas da tarde, e um menino de 15 anos chega a uma farmácia e pede uma camisinha. O farmacêutico, espantado, pergunta: — Novo desse jeito, comprando camisinha uma hora dessas? O garoto respondeu: — Sabe o que é, eu vou jantar na casa da minha namorada hoje, a família dela vai estar toda lá, e eu fiquei sabendo que a prima dela vai dormir lá, e você sabe como são as primas, né? Depois de meia hora o garoto volta à farmácia e diz para o farmacêutico: — Me dá outra camisinha? O farmacêutico diz: — Outra? O garoto, meio sem graça, diz: — É... que a…
Dois primos vão se apresentar no exército no mesmo dia. Um fica ao lado do outro e eis que chega o comandante e pergunta a um deles: — O que é aquilo? E o rapaz responde: — É a bandeira do Brasil, senhor. Aí o comandante dá aquela comida de rabo nele: — Seu animal, se você não sabe, aquilo lá em cima não é apenas a bandeira. Aquilo, a partir de hoje, vai ser a sua mãe, a quem você vai respeitar muito, seu burro. O primo dele, do lado, escutando tudo, pensou: — Se ele vier falar comigo, não vou dar a mesma pisada de bola. E não é que o comandante veio…
Um certo dia, o primo de Joãozinho ligou para o pai de Joãozinho e falou: — Tio, sabe aquela casa na praia que o senhor tem? Eu só liguei para saber se o senhor me empresta. E o tio falou: — Empresto, só que a gente vai junto. O primo respondeu: — Tá bom. No dia seguinte, os casais e o Joãozinho estavam lá para dormir. E na casa só tinha dois quartos. Então o tio fez assim: o tio e sua mulher dormiram num quarto de cama de casal, e Joãozinho e o casal de primos num só quarto, que tinha uma beliche. De madrugada, o noivo falou: — Meu amor, vamos traçar…
Lá se vai o Carlos, todo nervoso, para conhecer os pais de sua namorada, em um jantar com todos os parentes dela. Passando em frente a uma farmácia, ele decide entrar. O farmacêutico vem e o atende. — Sabe, sr., eu queria uma camisinha, pois estou indo para um jantar com os parentes da minha namorada, e sabe como é, depois do jantar, os véio tudo jogando conversa fora na sala, eu vou pegar a minha namorada e crau nela. O Carlos pega a camisinha e se vai, mas ele resolve voltar na mesma farmácia e pede mais uma camisinha e diz: — Sabe né, lá vai tá as…
Um dia, seu Arestide, fazendo uma visita a compadre José, é no meio de tanta prosa seria, seu Arestide fala: — Pois é, compadre, o senhor sabe aquela lagoa perto da matinha? O outro compadre, já olhando desconfiado, diz: — Lá onde eu pesco, e compadre! — Estrava pescando à noite na lagoa, compadre, o senhor não sabe, eu quase quase morro. José indaga e fala: — Por que? — Compadre, mais de uma onda tão grande virou meu barquinho de sete metros, perdi tudo, minha rede, anzóis, até meu lampião, lanterna, tudo saiu de lá pelado. Nosso compadre disse José…
Ler a piada completa: Quem fala primeiro canto a mentira meno →
Uma mina tinha saído com os amigos no final do dia para uma baladinha de sexta-feira à noite! Só que ela tinha um certo problema de locomoção, pois tinha perdido as pernas em um certo acidente de carro com as primas, daí em diante só andava na cadeira de rodas. Já na balada, cada um dos amigos foi sumindo aos poucos, deixando-a sozinha! Logo do seu lado tinha um cara já muito louco, começou a secar a mina, logo ela se ligou e começou a dar a maior bola também! O rapaz colou nela então e perguntou se ela não queria ir para um lugar mais agradável, pois…
Toda a família em Cuba se surpreendeu quando chegou de Miami um ataúde com o cadáver de uma tia muito querida. O corpo estava tão apertado no caixão que o rosto estava colado no visor de cristal. Quando abriram o caixão, encontraram uma carta presa na roupa com um alfinete, que dizia assim: Queridos papai e mamãe, Estou lhes enviando os restos de tia Josefa para que façam seu enterro em Cuba, como ela queria. Desculpem por não poder acompanhá-la, mas vocês compreenderão que tive muitos gastos com todas as coisas que, aproveitando as circunstâncias…