Sogras
Um empregado chega para o patrão e fala:
— Patrão, o senhor podia me liberar mais cedo hoje? Minha sogra morreu e eu tenho que ir ao enterro!
Eis que o patrão responde:
— Diversão é diversão, trabalho é trabalho!

Um empregado chega para o patrão e fala:
— Patrão, o senhor podia me liberar mais cedo hoje? Minha sogra morreu e eu tenho que ir ao enterro!
Eis que o patrão responde:
— Diversão é diversão, trabalho é trabalho!

A sogra vai visitar a filha e o genro.
— Há quanto tempo! — diz o genro. — Estou tão feliz em revê-la. Quanto tempo a senhora vai ficar aqui em casa desta vez?
E a sogra responde com a sua peculiar antipatia:
— Até você ficar cansado de mim!
E o genro:
— Que pena. Não vai ficar nem prum cafezinho?
O delegado diz ao genro da vítima:
— Então o senhor viu um homem agredi-la e não fez nada?
E ele:
— O senhor não acha que dois caras batendo numa velha é uma tremenda covardia?
O sujeito vai à delegacia reclamar do desaparecimento de sua sogra.
— E quando vocês notaram que ela desapareceu? — pergunta o delegado.
— Já faz umas cinco semanas!
— Cinco semanas!? E só agora você veio pedir ajuda à polícia?
— Pois é, seu delegado! Eu custei a acreditar que minha sorte fosse durar tanto tempo!
A sogra do seu Carlos endoidou e queria pular da janela, então ele usa o telefone para pedir ajuda. Uma senhora atende:
— Alô???
— Socorro, minha sogra quer pular do prédio.
— O senhor errou o número, aqui é carpintaria.
— Eu sei, é que a janela não abre.
Terra Santa Um executivo, sua mulher e a sogra pentelha foram de férias conhecer a Terra Santa. Visitaram Belém, Jerusalém e, no final da viagem, depois de ter estragado vários passeios e se metido insistentemente nas coisas do casal, a velha morre de um infarto fulminante... O executivo procurou o consulado brasileiro para se informar como deveria proceder diante desta fatalidade. O cônsul explica: — Bem, neste caso o senhor tem duas opções. Primeira: fazer o traslado do corpo, pagando os pesados impostos do país e o transporte. Vai lhe custar uns 20…
A sogra foi visitar o genro e a filha tocou a campainha. O genro abre a porta e fala empolgado:
— Sogrinha, o que são essas malas?
— Eu vim morar aqui.
— Que bom! Por quanto tempo?
— Até quando vocês não me aguentarem mais.
O genro fala:
— Não vai nem tomar um cafezinho?