Uma vaca estava pastando na margem de um rio. Chegou um peixe e disse pra vaca: — Você é que é feliz. Vive aí do lado de fora, andando para onde bem quer. A vaca respondeu: — Você se engana. Aqui o açougueiro me leva para o açougue e me corta em pedacinhos. O peixe rebate e diz: — Pior sou eu. O pescador me fisga, leva para a peixaria, me coloca em cima de uma pedra de mármore, estirado. Vem uma madame qualquer para me levar para a panela. O pescador me pega pelo rabo, me suspende, e a madame pergunta: — É FRESCO!
Três caras se perderam na floresta: um hindu, um judeu e um argentino. Foi anoitecendo, esfriando, e eles viram uma luzinha ao longe. Foram andando e encontraram uma casinha com um camponês. Entraram, o cara ofereceu uma sopa para esquentar, e na hora de dormir ele disse ao grupo que só tinha lugar na casa para dois. O terceiro teria que dormir no estábulo. O hindu se ofereceu para ir. Dez minutos depois bateram na porta, o camponês foi abrir e era o hindu. Disse que no estábulo tinha uma vaca e que na religião dele vaca era sagrada. Portanto, ele não…
A professora entrou na classe e logo disse ao Zequinha: — Pra que serve a galinha? — Ué, professora, pra comer. A gente come a carne da galinha. — E você, Mariazinha, pra que mais serve a galinha? — Ela serve pra gente comer o ovo dela. — E pra que serve a vaca, Joãozinho? — Ah, professora, a vaca serve pra dar exercícios pra nós.
Um certo dia, seu Vaginal do Pinto estava andando tranquilamente pela rua. Quando avistou uma multidão, ficou curioso para saber o que se acontecia logo ali. Bem ao lado da multidão, estava um cara ligando de um arelhão para o corpo de bombeiros: — Venham logo, a pobre coitada está quase morrendo. Do jeito que o seu Vaginal é inteligente, já tinha captado de que se tratava de um acidente com uma tal mulher. Seu Vaginal era muito pequeno, e não conseguia ver a pobre acidentada. Então ele teve uma ideia. Seu Vaginal começou a berrar: — Sai da frente, sai…
Certa vez, a senhora Jonhson estava aparando a grama da sua casa e então um rapaz muito malandro se aproxima e diz: — Olha o tamanho da barriga dessa vaca! A senhora Jonhson não aguentou e processou o malandro por difamação. O malandro foi considerado culpado e acusado. E então, muito feliz com a escolha do júri, ele diz: — Seu juiz, eu não posso chamar a senhora Jonhson de vaca? E o juiz responde: — Absolutamente não. E então o malandro diz: — Mas então eu posso chamar uma vaca de senhora Jonhson? E o juiz responde: — Pode sim! E imediatamente ele olha para a senhora Jonhson e diz: — Olá, senhora Jonhson!
Num dia, o marido chega em casa e pergunta para a mulher: — O que tem para comer? A mulher responde: — Arroz, macarrão, salada. E o marido pergunta: — E de carne, o que que tem? Ela responde: — Língua de vaca, amor! O marido, desconformado, reclama: — Você acha que eu vou comer alguma coisa que vem da boca da vaca, mulher? Me frita um ovo!!
— Manuel, não entendo este negócio de Internet. — É o seguinte: a cabra come capim! Certo? — Certo! — A cabra faz cocô duro e em bolinhas! Certo? — Certo! — A vaca come capim! Certo? — Certo! — A vaca faz cocô mole e de uma vez só! Está certo? — Está. — Você sabe por que isso acontece? — Não! — Ora pois! Não entendes nem de merda e queres entender de Internet!
Um casal de jovens caipiras estava sentado na cerca observando o boi cobrir a vaca. O rapaz olhou para a moça e indagou: — Vamos fazer o que eles faz. — Vamo — ela respondeu. Foram para debaixo de um pé de manga, a moça tirou a roupa, o rapaz também, ela ficou de quatro, ele deu uma cheirada na buceta dela, olhou para cima, ela deu uma mijadinha e ele meteu o ferro. Como fez o boi e a vaca. E assim foi por vários dias. Um belo dia o pai da moça, o dono da fazenda, estava andando por aquelas bandas e viu que debaixo do pé de manga não tinha vegetação e…
Havia duas fazendas, uma fazendo divisa com a outra. De um lado da cerca ficava um boi, paquerando a vaca que estava do outro lado... Ele já não aguentava mais e queria de todo jeito ir para o outro lado da cerca, que era muito alta, para traçar a vaca do vizinho... Certo dia ele tomou coragem, pegou distância e pulou a cerca, chegou perto da vaca e ela disse: — Oi, tudo bem, meu nome é FloresBela, mas pode me chamar de Bela porque as flores eu deixei no campo! E o boi respondeu: — Meu nome é Bagolino, mas pode me chamar de Lino porque o Bago eu deixei na cerca!
Um caipira convidou o outro, da fazenda ao lado, para fazerem o cruzamento entre sua vaca branca e o boi preto dele, mas com uma condição: se o bezerro nascesse preto, seria do dono do boi; e se fosse branco, do dono da vaca. Pra surpresa dos dois, nasceu malhado. Um deles falou: — Nhô Bento, o bizerro vai sê meu, pruquê o sinhô pricisou do meu boi. — Mai cumpadi Maru, minha vaca sofreu pur dimais pra tê esse fio. — Eu tenho uma ideia — falou o dono do boi. — Nois vai pra delegacia. Chegando, ainda discutindo, Nhô Maru perguntou ao delegado: — Dotô, o…
Dois idosos americanos conversando: — Jhon, estive pensando em sua morte: você vai morrer, a vaca vai comer seu capim e ela vai fazer coco, e eu vou dizer: Jhon, como você mudou!!!!! Aí o Jhon responde: — Jesse, estive pensando em sua morte também: você vai morrer, a vaca vai comer seu capim e vai fazer coco, e eu vou falar: Jesse, você não mudou nada!!!!!
Era uma vez um caminhoneiro levando seu papagaio para batizar. De repente começa a cair uma garoa, o caminhoneiro diz: — Ai, essa chuvinha que me fode. O papagaio grava na cabeça. Seguindo viagem, uma vaca no meio da estrada, novamente o caminhoneiro: — Enfia o pau no cu dessa vaca pra ver se ela não levanta. E o papagaio novamente grava na cabeça o que o caminhoneiro diz. Finalmente chegaram na igreja e começaram a batizar o papagaio. Bem na hora que o padre jogou água na cabeça, o papagaio falou: — Ai, essa chuvinha que me fode! A freira desmaiou, o papagaio: — Enfia o pau no cu dessa vaca pra ver se ela não levanta!