Viados viados
Um viado passava pela rua, chegou um outro viado e falou:
— Como meu cu, que depois eu faço um boquete, aí, aí, oi, aiu, oiiiiii.

Um viado passava pela rua, chegou um outro viado e falou:
— Como meu cu, que depois eu faço um boquete, aí, aí, oi, aiu, oiiiiii.

Era uma vez um brasileiro, um chinês e um americano. Eles estavam morrendo de fome, de sede, de tudo.
Eles encontraram uma lâmpada mágica e o gênio podia realizar qualquer pedido que eles quisessem, mas só podia ser um.
O americano correu, pulou e falou:
— Avião!
E transformou-se num avião.
O chinês correu, pulou e falou:
— Papagaio!
E transformou-se num papagaio.
O brasileiro correu, tropeçou numa pedra e sem querer falou:
— Merda!
E transformou-se numa merda.
Um caipira levou seu pato ao cinema. Na entrada, o porteiro zangado disse:
— No cinema não entra bicho, pode ir saindo, vai, vai.
Mas a vontade de assistir ao filme era muita, colocou o pato dentro da calça e entrou.
Em dado momento, comprou um saco de pipoca e começou a comer. Tendo dó do pato dentro da calça sufocado, abriu a baguilha, tirou a cabeça dele pra fora e começou a dar de comer a ele.
No lado dele havia uma velha vendo aquela cena, exclamou:
— Nooosa...
Ele, nervoso, retrucou:
— A senhora nunca viu?
— Já, mas não sabia que comia pipoca.
Era uma vez três rapazes: um japonês, um americano e um brasileiro, no avião. Aí respondeu o japonês:
— Já estamos no Japão.
Aí todo mundo:
— Por quê? Por quê?
— Passei a mão na cabeça do Buda.
Aí o americano:
— Já estamos na América.
Aí todo mundo:
— Por quê? Por quê?
— Passei a mão na estátua da Liberdade.
Aí o brasileiro:
— Já estamos no Brasil.
— Por quê? Por quê?
— Roubaram meu relógio.
O homem liga para a maternidade:
— Olá, eu gostaria de saber notícias de minha mulher. Ela está no hospital dando à luz.
E a telefonista:
— É o primeiro filho?
O homem responde:
— Não, é o marido dela.
Um belo dia, a freira e o padre no deserto em um camelo. O camelo não aguentava mais, a freira falou:
— E agora, padre, o que vai acontecer?
E o padre:
— Calma, freira, calma!
O padre, doidinho pra comer a freira.
De repente o camelo morre.
— E agora, padre, o que será de nós?
O padre não aguentou mais e tirou a batina.
A freira arregalou os olhos e disse:
— Padre, o que é isso?
— Isso, freira, é a vida.
Então a freira falou:
— Bota no cú do camelo pra ver se ele vive.
O cara era piranha demais. Mesmo depois de casado continuava a dar suas saidinhas, sem se importar com ninguém a sua volta. Cantava tudo o que era mulher.
Um dia, a sua mulher deu um ultimato a ele:
— Ou você para de me piranhar ou eu peço o divórcio!
O cara ficou sem saída e concordou com sua mulher. Porém, não conseguiu largar o "vício", e foi pego pela mulher comendo a vizinha na escada, que era anã.
— Você não tem jeito, a gente já não conversou semana passada sobre isso?
Disse furiosa a mulher.
— Eu sei, meu amor, é que eu tô largando o vício aos pouquinhos...