Num bar da cidade havia um papagaio que, de tanto falar e encher o saco dos fregueses, o bar estava perdendo freguesia. Então o dono do bar resolveu trancar o papagaio no banheiro, mas no banheiro havia um buraquinho na porta e o papagaio ficava olhando no buraquinho a freguesia. Mas já estava resolvido o problema da perca de freguesia. Neste mesmo dia o bar foi assaltado e os assaltantes estavam armados com faca, dando facada para lá, facada para cá, sangue rolando para lá, para cá, e o papagaio só olhando no buraquinho. Final de briga e todos mortos…
Certo dia, um gaúcho conta a um amigo que vai viajar para São Paulo. O amigo logo diz ao gaúcho: — Se cuida com os taxistas paulistas, pois eles voam no trânsito. Chegando lá, ele pega um táxi. E o taxista diz: — Onde o senhor quer que eu lhe largue? O gaúcho responde: — Na Av. Paulista. E o taxista diz: — Em que altura? Logo, o gaúcho responde: — Se tu subires meio metro de altura, eu te mato, desgraçado.
Um dia estavam lá os 2 amigos no bar, e do outro lado do bar um tonto curioso. Aí começou a porrada! Px px poc aiii! Uuuui. Aí os brigões do bar caíram para a rua, e veio um carro desgovernado e uuuuuur prrrrrroi. Os 2 amigos morreram. Então o tonto curioso disse: — Eu não perco essa briga por nada. Pegou a arma e prooooooc.
Mandando parar um carro cheio de freiras, por estarem indo muito devagar, um guarda de trânsito perguntou à motorista por que não ia mais depressa. — Mas, seu guarda — respondeu a freira —, todas as placas dizem 40. — Irmã — retrucou o guarda —, esse é o número da estrada, não o limite de velocidade. — Ah, então isso explica por que os outros estavam gritando, antes — confessou a freira. — De que está falando? — Bem — respondeu a freira —, acabamos de sair da estrada 205.
Dois loucos brigaram e se bateram muito, e então, no momento da briga, ia passando uma viatura da polícia e os prendeu em celas separadas. Um ficou olhando para o outro e, de repente, um deles arranca um dedo com os dentes e joga pela grade, arranca uma das orelhas e joga também. O outro, apavorado, grita:
— Corre, delegado, ele está fugindo de pedacinho em pedacinho!
O bêbado estava andando desnorteado quando viu um tumulto de gente e disse: — Eu vou dar uma olhada pra ver que capeta que é este. Ao ver um monte de cadeiras, pegou e sentou em uma delas. Imediatamente o pastor chega e pergunta: — Você é testemunha de Jeová? O bêbado, assustado, responde: — Rapais, num ponha eu no rolo não, eu nem tava aqui na hora da briga.
Descontente com o desempenho do marido, aquela morena de parar o trânsito procura ajuda de um médico: — Doutor... eu gostaria de algum tratamento que fizesse meu marido se sentir um touro. Ao ouvir isso, o médico levanta-se imediatamente e começa a tirar a roupa, no que a mulher protesta: — O que é isso, doutor? E a resposta vem pronta: — A senhora não quer que o seu marido se sinta como um touro... pois bem... vamos começar pelos chifres...
Dois bêbados vinham pela rua conversando, quando um perguntou: — Aonde você mora? O outro falou: — Na próxima direita. E ele respondeu: — Eu também. Como eu nunca te vi? Eu moro depois daquela árvore. O outro falou: — Eu moro ali. Aí os dois partiram para a briga, discutindo alto quem que morava naquela casa, quando saiu uma senhora de camisola e gritou: — Bonito isso, pai e filho de fogo brigando outra vez!
Marido e mulher param de se falar depois de uma briga daquelas. Toda a sua comunicação é feita por meio de bilhete que um escreve ao outro. Ele dá um bilhete a ela: — Preciso que me acorde às 7 da manhã. Na manhã seguinte, ao acordar, ele vê que já são 11:30. Ao seu lado tem um bilhete de sua mulher: — São 7 horas. Levanta, vagabundo.