O dono de uma fábrica de alimentos, mais precisamente de produtos bovinos, tinha somente um filho, que já estava de maior idade, mas ocioso. O grande problema era que o garoto era burro ao quadrado! Era mais burro que o burro! O pai, preocupado com seu futuro, resolveu lhe ensinar alguma coisa de sua fábrica, alguma coisa muito fácil, para que assim o garoto pudesse aprender algum ofício e conhecer um pouco da fábrica. Afinal, um dia ele ia ser o dono daquilo. Assim, chamou o garoto e disse: — Meu filho, isso aqui que você tá vendo é uma fábrica de…
Na escola tinha três Joãos: o Joãozão era o mais esperto, o João era o mais ou menos e o Joãozinho o mais burro. E a professora perguntou para cada um deles falar uma palavra com "hospedar". O Joãozão, que era o mais esperto, respondeu: — Eu me hospedei em um hotel. O João, que era o mais ou menos burro, respondeu: — Eu me hospedei numa cabana. E o Joãozinho, que era o mais burro, respondeu: — Os pedar da minha bicicreta estão quebrados...
Ligo para o baiano: — Alô. — Oi. — Sou o João. — Oi, João, e amanhã é o dia do seu seminário. — É, eu sei. Pegou tudo que eu pedi: vídeo, caneta e papel? — Claro, tá tudo separado.
No dia seguinte, o João vai fazer sua palestra e, assim que chega, vê o vídeo, a caneta e um papel, mas não vê a televisão para passar o vídeo. Vai no baiano e pergunta: — Cadê a televisão para passar o filme? — Não estava na lista.
Um dia um homem ia viajar e falou para seu papagaio: — Vigia a minha mulher que, quando eu chegar, você me fala o que aconteceu. Aí o homem foi viajar. Enquanto isso, o papagaio estava vigiando. Aí chegou o amante e foram direto para o quarto, e o papagaio só vendo. Aí o homem jogou a camisinha na cerca, perto do papagaio. Aí chegou o marido e perguntou: — Aconteceu alguma coisa? O papagaio respondeu: — Aconteceu, fez até ranco o coro.
Um português vinha na colonização do Brasil, e então sua mãe pediu a ele que, assim que chegasse ao Brasil, enviasse uma foto recente sua. Chegando aqui, ele começou a procurar sua foto no meio de suas tralhas, e então achou um espelho e mandou para Portugal. Chegando o espelho em Portugal, seu pai abriu a correspondência e disse: — Maria, venha ver como nosso filho está acabado! E ela olhou para o espelho ao seu lado: — Também, com essa vagabunda aí do lado!
Eu era o motorista do táxi, estava levando um português para a casa de uma namorada dele, até que começou um grande engarrafamento, até que eu e ele descobrimos que era um acidente, alguém tinha sido atropelado. Então o português falou: — Adoro acidentes, espere aqui, vou ver de perto! Então eu falei: — Mas como você vai conseguir chegar perto? Tem muita gente lá! Então o português falou: — É mesmo... Ele parou para pensar e falou: — Já sei! Vou falar que sou parente da vítima! — Boa ideia! — disse eu. Então o português foi correndo ver o acidente, ele…
Um dia, um brasileiro, um japonês e um português bem burro estavam andando com um jipe no deserto. De repente, o jipe pifou. E o brasileiro disse: — Agora nós vamos ter que levar uma parte do jipe. O brasileiro levou o radiador. E o japonês perguntou para o brasileiro por que ele tinha levado o radiador. Ele respondeu: — Se eu ficar com sede, eu tomo água. O japonês levou o banco, e o brasileiro perguntou por que ele tinha levado o banco. Ele respondeu: — Se eu ficar cansado, eu sento. E o português levou a porta, e o brasileiro e o japonês perguntaram por que ele tinha levado a porta. Ele respondeu: — Se eu ficar com calor, eu abro o fidro.
Era uma vez um português que tinha umas porcas e queria colocá-las em cria, mas não sabia como. Mas ele pensou: eu terei que comer elas. No dia seguinte, ele colocou as porcas na Kombi e foi no mato com elas. No outro dia, ele viu que não estavam grávidas. Ele fez tudo de novo, mas no outro dia ele estava cansado e perguntou para a sua mulher como as porcas estavam. A mulher respondeu: — Estão na Kombi e uma delas está buzinando.
Qual a diferença do português burro do inteligente no colégio? — O português burro copia o que a professora escreve no quadro e, quando ela apaga, ele apaga também; o português inteligente, como sabe que a professora vai apagar depois de escrever, não copia nada.