Socorro, um gato!!
A central da polícia recebe uma chamada:
— Socorro, socorro!! Mandem uma viatura correndo aqui! Tem um gato invadindo minha casa!!!
— Tem um quê, senhor?
— Um gato!! Venham rápido!!
— Mas quem está falando?
— O papagaio, caralho!
A central da polícia recebe uma chamada:
— Socorro, socorro!! Mandem uma viatura correndo aqui! Tem um gato invadindo minha casa!!!
— Tem um quê, senhor?
— Um gato!! Venham rápido!!
— Mas quem está falando?
— O papagaio, caralho!
A mãe do FHC encontrou-se com a mãe do Clinton e com a mãe do Yeltsin e começaram a conversar sobre as histórias de infância de seus filhos.
A mãe do Clinton disse:
— Sabe, quando o Bill nasceu eu não tive leite e tive que amamentá-lo com leite de búfalo. Por isso é que ele é assim, impetuoso!
Aí a mãe do Yeltsin disse:
— Eu entendo, eu também não tive leite e tive que amamentar meu filho com leite de ursa. Por isso ele é assim, imprevisível e violento!
Aí a mãe do FHC disse:
— Eu entendo muito bem. Eu também não tive leite e tive que amamentar o FH com leite de magnésia. Por isso é que ele só faz merda!
Um menino ia vender leite na cidade para o seu pai. Chegando lá, o menino começa:
— Quem que leite, quem que leite...
E uma velhinha fala:
— Nunca voii chupado, nunca foi mordido e vaii comtinuar caido...
E o menino volta para sua casa e fala:
— Pai, tem uma velhinha me atrapalhando para vender leite...
E o pai fala:
— Deixa que eu vou então, filho — fala o pai.
Chegou lá o pai do menino, começa:
— Quem que leite...
E a velhinha de novo fala:
— Nunca foi chupado, nunca foiii mordido e vaii comtinuar caido...
E o pai do menino abaixa a calça e fala:
— Nunca jogou bola, nunca jogou peteca e vaii comtinuar careca...
O português tinha um gato, só que um dia ele se encheu do gato.
Ele pegou o gato e levou o bichinho 2 quarteirões.
Quando chegou em casa, o gato estava lá.
Pegou o gato e desceu, subiu, dobrou uma esquina, dobrou outra, e largou o gato.
Ligou para casa e falou:
— Maria, o gato está aí?
— Está acabando de chegar.
— Me põe o safado na linha que eu me perdi.
Manoel recebeu uma carta de Joaquim, seu patrício em Portugal, dizendo-lhe o seguinte:
— Manoel, o seu gato morreu.
Sabendo da notícia, passou muito mal e quase morreu também, pois era seu gato de estimação.
Maria, sua esposa, respondeu à carta de Joaquim, dizendo-lhe o seguinte:
— Joaquim, você quase matou o Manoel. Você não deveria ter dito logo "seu gato morreu"; deveria ter dito: seu gato subiu no telhado, depois seu gato caiu do telhado e, finalmente, seu gato morreu.
Passados alguns dias, recebeu outra carta de Joaquim dizendo o seguinte:
— Manoel, a Sra. sua mãe subiu no telhado.
Eram pai e filho. O menino sempre saía para vender leite na rua, e sempre que ele falava: — Olha o leite! Uma mulher que sempre estava à frente de sua casa falava: — Meu peito nunca foi lambido, nunca foi mexido pra nascer caído. E todo dia que o menino ia vender leite e gritava: — Olha o leite! A mulher falava: — Meu peito nunca foi lambido, nunca foi mexido pra nascer caído. Um dia o menino se irritou e falou ao pai o que se sucedia. No outro dia o pai do garoto foi vender leite com ele, e quando o menino gritou "olha o leite", a mulher falou: — Meu…
Maria chega em casa e, ao ver o leite fervido e derramado sobre o fogão, dá a maior bronca no Manuel:
— Ó Manel!... Eu não te pedi que ficasse de olho na hora em que o leite fervesse, ó tua anta???!!!
E o Manuel explica:
— Ó Maria!... E foi exatamente o que eu fiz: eram 8 horas, 32 minutos e 45 segundos...
Um menino criava um gato chamado Tido, ele gostava de dormir num cesto.
Qual o nome do filme?
R: O cesto sem Tido (O Sexto Sentido).
P: Um gato chega bêbado de uma festa e por engano foi dormir na casinha do cachorro. Qual o nome do filme?
R: Dormindo com o inimigo
Um ladrão português perguntou para o primo, também ladrão, como ele conseguia tanto dinheiro e ele nunca conseguia nada. O primo então decidiu dar uma "aula prática", e os dois foram assaltar uma casa. Chegando lá, eles procuraram e acharam um quadro valiosíssimo, porém o português derrubou um vaso. O proprietário da casa, que até então estava dormindo, gritou: — Quem tá aí??? O primo esperto então respondeu: — Miau. O português gostou da desculpa. Um mês depois, o ladrão português foi assaltar outra casa. Chegando lá, ele derrubou outro vaso, e de…
Certo dia Joãozinho resolveu se confessar. Chegando à igreja com a cara mais lavada, começam o diálogo: — Padre... Joãozinho, me diga qual o seu pecado? — Padre, comi o cú do gato! — Pelo amor de Deus. Volte já para casa, reze 10 Pai-Nosso, 10 Ave-Maria e tá tudo resolvido. Depois de uma semana, Joãozinho volta novamente para se confessar e novamente começam: — Joãozinho! Você aqui novamente. Me diga qual o seu pecado. — Padre, comi o cú do gato de novo. — Mas Joãozinho, novamente. Por favor, não me faça mais isso. Volte para casa, reze 20 Pai-Nosso…
Tinha um menino que tinha um gatinho que se chamava Tido. O menino pôs o gato para dormir num cesto. Um dia o menino acordou e o gato não estava mais lá. Qual é o nome do filme?
Resposta: O CESTO SEM TIDO.
Uma vez, um gato estava cheirando, quando um pintinho apareceu. Aí o gato perguntou se o pintinho queria cheirar, e o pintinho começou a cheirar. Aí o gato perguntou o que ele achou, e o pintinho disse:
— Não tô tintindo nada.
O gato falou:
— Cheira mais um pouco.
Ele foi e cheirou. E aí, o que achou?
— Não tô tintindo nada.
O gato falou:
— Não é possível.
Mandou ele cheirar de novo. Ele cheirou e o gato perguntou o que ele tinha achado, e ele falou:
— Não tô tintindo nada. Não tô tintindo cabeça, não tô tintindo biquinho, não tô tintindo perninha, não tô tintindo nada.
Um homem e uma mulher decidiram comprar um gato. Lá pelas tantas, o homem falou pra mulher:
— Mulher, eu não quero mais esse gato aqui dentro de casa.
Aí ela falou:
— Mas pra onde tu vai levar o bicho?
Daí ele fala:
— Vou levar ele a uns quarteirões daqui.
Lá pelas tantas, o cara levou o gato um quarteirão, voltou pra casa, o gato tava em casa. Levou mais 5 quarteirões, voltou, o gato tava em casa. Depois, de saco cheio, levou mais de 40 quarteirões. Daí ele ligou pra mulher:
— Mulher, o gato tá em casa?
Ela responde:
— Sim.
Daí ele fala:
— Então passa ele na linha que eu tô perdido!!!!!!!!
Um gato bêbado estava numa festa e, quando foi sair, por engano foi dormir na casa de um cachorro. Qual o nome do filme?
R: Dormindo com o inimigo.
Um bêbado chega no boteco e pede:
— Garçom, aqui tem leite de égua?
— Não!!! — responde o garçom.
— Aqui tem leite de onça?
— Também não...
— Tem leite de ganso?
— Muito menos...
— Deus, o Senhor é testemunha que eu queria beber leite!!!
— Garçom, bota uma cachaça aí!!!!!
O gato foi visto correndo alucinadamente pelo quarteirão. E os outros gatos:
— Aí, Feliciano, tá tarado, é?
— Não, é que eu fui castrado! Agora tenho que desmarcar encontros com as gatinhas do bairro.
Numa casa havia um gato chamado Tido, que sempre dormia num cesto. Um dia, seu dono foi procurá-lo de manhã, mas não o achou. Qual o nome do filme?
O Cesto Sem Tido.
Um menino tinha um gato chamado Tido.
Todo dia, antes de dormir, o menino ia ao cesto para ver se o Tido estava lá.
Um dia ele foi até o cesto e o gato não estava lá.
Qual é o nome do filme?
R: O cesto sem Tido.
O rato estava fugindo do gato e escondeu-se em um buraco.
O gato ficou no buraco esperando o rato sair para pegá-lo:
— Miau!!! Miauuu!!!
O rato ouvia os miados e não saía do buraco.
De repente... o rato ouviu um latido:
— Au! Au! AU!
E logo após um silêncio total.
O rato disse:
— O cachorro conseguiu espantar o gato. Eu já posso sair.
E saiu.
Quando saiu, o gato avançou no rato, prendeu-o em suas patas e levou-o à boca.
Quando estavam olho no olho, o rato perguntou:
— Senhor gato, o senhor não tem medo de cachorro?
O gato respondeu:
— Senhor rato, neste mundo globalizado, se eu não fosse bilíngue, estaria perdido.
O português queria se ver livre do gato que tinha em casa, e a Maria sugeriu que ele colocasse o gato dentro de um saco e o levasse para bem longe. O português assim fez e voltou para casa, onde encontrou novamente o gato. A Maria, então, mandou-o levar o gato novamente para uma distância duas vezes maior, e o português assim fez. Quando chegou em casa, o gato estava lá novamente. A Maria sugeriu que ele fosse bem, bem mais longe, e o português saiu por uma estrada, subiu morros, atravessou florestas e rios e largou o gato por lá. Uma hora depois, toca…
Um mineiro tinha um gato que vivia na rua. Um dia, seu gato foi apreendido pela carrocinha, e o mineiro ficou desesperado. Então ele foi atrás dele.
Chegando lá, ele pediu para o homem para deixá-lo achar seu gato, então o homem disse:
— Aqui há centenas de gatos, creio que o senhor não irá achar o seu.
— Pode deixar que eu acho ele!!!
Daí o homem deixou ele entrar, então o mineiro saiu berrando:
— Béchano!!! Béchano!!!
Então o gato respondeu:
— Meau!!! Meau!!!!
O português que não conhecia nada de fazenda foi visitar uma fazenda e, pensando que sabia muito, que só de ver já pensava que era um fazendeiro, foi logo dizendo:
— Vou tirar 100 litros de leite, só pra ensinar vocês.
Os fazendeiros, achando graça, pediram para ele prosseguir.
E o português lá, que fazia força, e saiu apenas alguns pinguinhos, e o português, desapontado, disse:
— Ah, eu não sou fazendeiro.
E o animal respondeu:
— Eu também não sou vaca.
Joaquim chega em casa e logo vê um gato em sua garagem, imediatamente questiona Maria: — Que gato é este aí? — Aí, Joaquim, ganhei dos vizinhos!! Joaquim, nervoso, olha pela janela e vê o gato sobre seu carro, e logo decide dar um sumiço naquele gato. Pega o gato e joga dentro do carro, anda 10 quadras e deixa lá. Quando chega em casa, o gato estava lá (ora pois, que gato esperto). Novamente pega o gato, desta vez põe o gato em um saco preto e joga dentro do porta-malas (quero ver se volta agora sem ver o caminho), anda 10 quadras, vira à direita e…
Era uma vez um gato xadrez que cagou três vezes.
— A 1ª bosta era amarela, que representava os chineses.
— A 2ª bosta era preta, que representava os africanos.
— E a 3ª bosta era rosa, que representava os gaúchos.
Ao chegar em casa, Manoel recebe uma ordem de sua esposa, Maria: — Leve logo esse gato para longe de casa, que eu não aguento mais. Manoel logo pegou o bichano e, colocando-o dentro de uma sacola, partiu para bem longe. Quando voltou para casa, qual não foi sua surpresa quando viu o gatinho bem na sua porta! Pensou: — Ora pois, mas que gato sacana! Tornou a pegar o felino e, após ensacá-lo, tratou de levá-lo para mais longe ainda. Ao retornar, estava lá, já havia algumas horas, o gatinho que, toda vez que via o português, miava como se estivesse…
O rato estava com muita fome,
ia sair do buraco para procurar algo para comer,
mas ouviu um miado
e resolveu esperar um pouco mais.
Mais tarde ouviu um latido
e resolveu sair.
Quando botou a cabeça do lado de fora do buraco,
o gato o pegou
e logo o rato disse:
— Seu gato, o senhor pode até me devorar, mas eu ouvi um latido. E onde tem cachorro, não tem gato.
E o gato prontamente respondeu:
— Neste mundo globalizado, quem não fala no mínimo duas línguas não sobrevive.
Um certo dia, um cachorro estava correndo atrás de um gato, que por sua vez corria atrás de um rato. O rato, para escapar do gato, entrou num buraco, e o cachorro não conseguiu acompanhá-los. Então o gato começou a enfiar as patas no buraco para pegar o rato, e o rato, quieto. Depois de várias tentativas, o gato ficou ao lado do buraco, quieto, e o rato começou a ouvir um latido: au! au! au! Aí o rato pensou: o cachorro chegou, o gato correu, posso sair. O rato então saiu, e o gato o agarrou!
— Epa, espere aí — falou o rato. — Não tinha um cachorro aqui?
— O meu amigo, nesse mundo globalizado, quem não fala duas línguas passa fome.
O menino vai vender leite e diz: "O ô leite!" E uma mulher grita:
— Meus peitos nunca foi mamados, nunca foi chupados, mas nasceu caído.
E o garoto volta para casa e diz:
— Pai, eu não vou vender mais leite.
E o pai pergunta:
— Por que?
— Porque tem uma mulher que diz: "Meus peitos nunca foi mamado, nunca foi chupado, mas nasceu caído."
Ele diz:
— Então eu vou.
Chegando lá, a mulher diz:
— Meus peitos nunca foi mamado, nunca foi chupado, mas nasceu caído.
Ele diz:
— Meu pau nunca foi peteca, nunca foi boneca, mas nasceu careca.
Tinha um cidadão que não aguentava chegar em casa e encontrar o gato em cima do sofá ou na cama. Um dia decidiu dar um sumiço no gato, soltando-o numa mata a um km de sua casa. Ao retornar em casa, já dá de cara com o gato de volta em seu sofá.
Pensando em ter um melhor êxito, para confundir o gato, fez o seguinte: colocou o gato em um saco, jogou-o no porta-malas do carro e deu várias voltas na cidade durante uma hora; depois soltou-o em um lugar afastado da cidade, entrou no carro e saiu.
Vinte minutos depois, sua esposa recebe um telefonema:
— Amor, o gato chegou em casa?
— Sim!
— Põe ele na linha, pois estou perdido!