O pãozinho
O português chega na padaria e pergunta:
— Por favor, tem pãozinho?
E o padeiro responde:
— Acabou de sair.
E o português responde:
— Tudo bem, daqui a pouco eu volto.

O português chega na padaria e pergunta:
— Por favor, tem pãozinho?
E o padeiro responde:
— Acabou de sair.
E o português responde:
— Tudo bem, daqui a pouco eu volto.

Um portuga chegou em um shopping e viu uma daquelas máquinas de refrigerante. Encantado com aquela novidade, resolveu colocar uma moeda na máquina para poder tirar uma latinha. E assim foi por muito tempo. Depois de umas três horas na máquina e umas centenas de latinhas no chão, ele resolve olhar para trás e vê uma fila enorme de pessoas esperando a vez de comprar um refrigerante. Até que um deles perde a paciência e fala pro portuga:
— O meu amigo, você poderia deixar o resto do pessoal usar a máquina agora.
Então o portuga lhe responde:
— Escuta aqui, enquanto eu estiver ganhando nesse jogo, tenho o direito de usar a máquina.
O português vinha por uma rua quando se deparou com uma multidão em volta de alguma coisa.
Curioso, ele queria saber o que era, mas não conseguia ver. Muito inteligente, o português foi logo dizendo:
— Com licença, com licença, parente do morto.
Quando chegou lá na frente, tinha um burro morto.
Esse Joaquim Manoel, piloto veterano da TAP — Transportes Aéreos Portugueses, não vai esquecer nunca. Naquele dia chuvoso, estava chegando ao aeroporto de Guarulhos, em SP, quando avista a pista. Um susto! — Ai, Jisuis, num vai dar pra parar! As rodas encostam na pista. Joaquim Manoel, piloto veterano da TAP, coloca força total no reverso das turbinas do Jumbo. Os freios são acionados até o fim. Fumaça na cabine. Um pneu estoura e depois o outro. O avião embica e, dois centímetros antes do fim da pista, para. — Valha-me Deus, consegui parar. Olha para…
Estava um brasileiro e um português em uma estrada.
Depois de muita caminhada, o brasileiro achou uma lâmpada e eles resolveram esfregar.
Quando eles esfregaram, saiu um gênio de lá de dentro falando:
— Vocês têm direito a dois pedidos cada um.
O português foi logo fazendo seu pedido:
— Eu quero voltar para Portugal, e que você faça um muro bem alto lá em Portugal para ninguém entrar ou invadir.
E o pedido foi realizado.
Logo depois, o brasileiro:
— Eu quero voltar para o Brasil, e o muro lá de Portugal é bem alto? — ele perguntou para o gênio.
O gênio respondeu:
— É!
E o brasileiro falou:
— Então enche de água.
Um avião cai no meio da selva, quase todos os passageiros morrem, só o português sobrevive.
Os primeiros dias ele aguenta, mas o tempo vai passando e começa a ficar entediante.
Certo dia ele dá de cara com um macaco, sem o que fazer vai com o macaco mesmo e mete nele.
Quando ele consegue voltar para a cidade, conta pro amigo como foi sua "estadia" na selva:
— Joaquim, não vais acreditar o que me aconteceu, ó pá. Um macaco me comeu, e agora o que é que eu faço?
— Relaxa, Manoel, macacos não falam, nunca ninguém saberá o que lhe aconteceu.
— Tens razão, macacos não falam, não ligam, não mandam nem uma cartinha pra matar a saudade.
Um portuga estava no elevador com uma mulher e, de repente, ele solta aquele peido. Sendo assim, a mulher reclama com ele:
— O senhor tem coragem de fazer isso na minha frente.
O portuga então se desculpa:
— Ó, eu nãu sabia que era sua vez.