Preocupadíssima, a loira liga para o celular do namorado: — Amorzinho, eu tô com um problemão! — O que houve, amor? — Eu comprei um quebra-cabeça, mas não estou conseguindo nem começar a montar! As peças não se encaixam de jeito nenhum... — Meu amor, eu já te ensinei a montar quebra-cabeça, né? Não lembra daquele da Mônica que eu comprei pra você? Lembre-se, primeiro você tem que achar os cantinhos... — Eu sei, lembro que você disse isso, mas é que eu não consigo achar nem os cantos... É muito difícil! — Ok, calma, calma. Qual é a figura que você tem…
Preocupadíssima, a loira liga para o celular do namorado: — Amorzinho, eu tô com um problemão! — O que houve, amor? — Eu comprei um quebra-cabeça, mas não estou conseguindo nem começar a montar! As peças não se encaixam de jeito nenhum... — Meu amor, eu já te ensinei a montar quebra-cabeça, né? Não lembra daquele da Mônica que eu comprei pra você? Lembre-se, primeiro você tem que achar os cantinhos... — Eu sei, lembro que você disse isso, mas é que eu não consigo achar nem os cantos... É muito difícil! — Ok, calma, calma. Qual é a figura que você tem…
Chegando em um hotel, falou: — Eu quero quarto par quatro, pessoar. — Tudo bem, quarto 1002, é só ir pelo elevador.
Foi quando ele percebeu que não sabia o que era elevador e ficou reparando. Foi quando veio uma senhora e entrou no tal elevador. Passando uns dois minutos, saiu do elevador uma gostosa e disse: — Meu filho, corre, vai logo chamar sua mãe.
Um rapaz foi para o inferno e, chegando lá, o capetinha diz: — Você deve escolher uma dessas 4 portas aí na frente. O rapaz abre a primeira e vê as pessoas de cabeça para baixo, com a cabeça no carpete. Na outra porta ele vê as pessoas de cabeça para baixo num chão de madeira. Na outra porta ele vê as pessoas de cabeça para baixo num chão chapiscado. Na quarta porta ele vê todos sentados numa mesa conversando, só que com merda até a canela. Ele pensa e entra na quarta porta. Passados quinze minutos, o capetinha abre a porta e fala: — Bem, pessoal, acabou o recreio.
Madre Teresa de Calcutá chega ao céu. Está feliz, até que vê Lady Di com uma auréola na cabeça. Madre Teresa fica chateada. — São Pedro, isso é injusto! Eu passei a minha vida inteira rezando, me dedicando à igreja e aos pobres. Por que eu não tenho uma auréola na cabeça e a Lady Di tem? — Calma, madre! Aquilo na cabeça da Lady Di não é auréola, não! É o volante do carro.
Um homem coçando a cabeça com chapéu, uma mulher olha e diz: — Por que o senhor não tira o chapéu para coçar a cabeça? O homem respondeu: — E desde quando a senhora tira a calcinha para coçar a priquita!
Como toda história de náufrago, o nosso herói, que não é um alemão, nadou até uma ilha deserta. Não tão deserta porque lá estava um homem perdido há muitos anos e que sonhava desafogar o ganso em alguém. Depois de apreciar muito a "poupança" do português, falou: — Rapaz, esta ilha é muito perigosa! Tem um pássaro gigante que volta e meia vem atacar a gente! — E como você se defende? — A gente tem que enfiar a cabeça num buraco na areia e ficar quieto porque, se não, ele bica nossa cabeça até matar! — Que perigo! Não deixe de me avisar quando o tal…
O negão tava em um motel com a loira e ele estava colocando a camisinha na cabeça. A loira viu e falou: — Ô negão, é pra colocar no pau e não na cabeça! — Eu sei, eu só tô alaciando, calma.
O Joãozinho foi para a escola. Quando ele chegou, começou a coçar a cabeça. Daí a professora falou: — Joãozinho, você está com piolho? — Não, todos morreram. — Então por que você está coçando a cabeça? — Porque esses foram para o enterro.
Três loiras chegam num consultório médico para avaliação. Uma americana, uma sueca e uma brasileira. O médico abre a cabeça da americana e encontra vários fios de várias cores arrumados, mas misturados (o cérebro estava bom). Abre a cabeça da sueca e encontra todos os fios separados por cores e bem arrumados (o cérebro também estava bom). Ao abrir a cabeça da brasileira, encontra apenas um fio de um lado para outro da cabeça. O médico então fica impressionado e toma a medida de cortar o fio ao meio, e qual não é a surpresa: assim que corta, as duas orelhas caem no chão (sinal que a loira não tem nada de cérebro).