O rip, a freira e o motorista
Um dia uma freira estava orando na praça, enquanto do outro lado da praça estava um rip observando-a. Depois que o rip constatou que a freira estava olhando para ele, ele começou a fazer gestos obscenos e chamava ela de gostosa, tezuda, popozuda e tigresa.
Enquanto isto, atrás da freira tinha um motorista de ônibus que observava os gestos do rip. Depois de ficar irritada, a freira foi para o convento. Ao ver a tristeza do rip, o motorista resolveu ajudá-lo, então ele disse:
— Ei, rip! Chega aqui que eu vou lhe dar uns conselhos.
— Diga aí, brow. Paz e amor.
— Sabe aquela freira? Todos os sábados às 12:00 da noite ela vem aqui na praça para rezar.
— Valeu pela dica, brow.
Então, no sábado, chegando às 11:30, lá estava a freira se preparando para rezar, então o rip disse:
— Pô, meu, se eu for de rip ela não vai me aceitar, então do que eu vou?
Depois de 15 minutos o rip teve uma ideia:
— Já sei! Eu vou vestido de Jesus.
Chegando lá, o rip viu a freira falando:
— Jesus, realize os meus desejos.
Daí o rip disse:
— Eu estou aqui para isso.
— Jesus, você por aqui?
— Não é o ri... sim, sou eu. E estou aqui para realizar os seus desejos.
— O meu desejo é que ocorra a paz no mundo.
— Já está realizado. Agora é sua vez de me conceder um desejo.
Depois de muitas gozadas o rip se revelou:
— Aahhhh! Eu não sou Jesus, eu sou o rip!
— Aaaaahhhhh! Eu também não sou a freira, eu sou o motorista do ônibus!
