Lenda
Uma loira burra, uma mula sem cabeça, uma loira inteligente e um saci-pererê estavam juntos quando aparece uma nota de 100 reais. Quem pega?
A burra, porque o resto é lenda!
Uma loira burra, uma mula sem cabeça, uma loira inteligente e um saci-pererê estavam juntos quando aparece uma nota de 100 reais. Quem pega?
A burra, porque o resto é lenda!
Uma morena gostosa entra no banheiro e vê um japonês a um metro do vaso mijando, e leva ele para o motel.
Quando o japa tira as calças, a morena vê aquele pau pequenininho e fala:
— Uai, como pode você, com o pau pequenininho, mijando a um metro de distância do vaso?
E o japa fala:
— No, no, é que japa é esperto: usa bambu para não mijar no pé.
No colégio, a professora pede para cada aluno trazer o nome de uma cor para a próxima aula...
Joãozinho, chegando em casa, pergunta para o pai qual cor deveria levar para o colégio, e o pai lhe responde que deve ser amarelo-canário. Saci, o negrinho do colégio, ouve a conversa...
Chegando no colégio, a professora pergunta:
— Qual cor você trouxe, Mariazinha?
— Eu trouxe a cor azul-céu, professora!
— Muito bem!
— E você, Saci?
— Professora, eu trouxe a cor amarelo-canário.
A professora pergunta a Joãozinho:
— E você, qual cor trouxe?
E ele, sem pestanejar:
— Preto, filha-da-puta!
"Eu peguei a bola no meio de campo e fui fundo, fui fundo, fui fundo e chutei pro gol." (Jardel, ex-jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito) "A bola ia indo, indo, indo... e iu!" (Paulo Nunes, comentando um gol que marcou quando jogava no Palmeiras) "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu." (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) "Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola." (Bradock…
Um bicicleteiro ia pela rua quando viu um homem mijando e disse:
— Bão, mijão?
E o mijão respondeu:
— Bão, bicicleteiro.
Na escola, a professora perguntava para cada um de seus alunos:
— Joaninha, você tem medo do quê?
— Fessora, eu tenho medo da mula sem cabeça.
— Mas, Joaninha, mula sem cabeça não existe, isso é só o folclore...
— Chiquinho, tu tem medo de quê?
— Fessora, eu tenho medo do saci-pererê.
— Mas, meu filho, saci-pererê também não existe, isso são histórias...
— E você, Joãozinho, você tem medo do quê?
— Professora, eu tenho medo do Malámem.
— Do Malámem? Mas, menino, que diabo é Malámem?
— Professora, todo dia à noite, antes de dormir, a minha reza diz assim:
— E nos livrai-nos do Malámem...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
O negócio é ser jogador de futebol mesmo... "Eu peguei a bola no meio de campo e fui fundo, fui fundo, fui fundo e chutei pro gol." (Jardel, ex-jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito) "A bola ia indo, indo, indo... e iu!!!" (Paulo Nunes, comentando um gol que marcou quando jogava no Palmeiras) "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu." (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) "Nem que eu tivesse dois…
Você sabe por que gaúcho vira pro lado quando está mijando? É porque ele não pode ver uma pica que já dá água na boca.
Na escola, a professora fala sobre o medo. Então, pergunta:
— Rosinha, do que você tem mais medo?
— Ah! Professora, eu tenho mais medo do saci-pererê.
A professora diz:
— Saci-pererê é lenda.
— Ritinha, do que você tem medo?
— Ah, professora, eu tenho mais medo da mula sem cabeça.
E a professora:
— Mula sem cabeça também é lenda, não precisa ter medo.
E aí pergunta ao Joãozinho:
— Joãozinho, e você tem medo do quê?
— Professora, eu tenho medo do malamêm.
A professora, indignada, pergunta:
— Mas o que é malamêm?
E Joãozinho diz:
— O que é eu não sei, mas toda noite minha mãe reza: "mas livrai-nos do mal, amém".
Tinha uma loira, uma loira inteligente, um papai noel e um saci pererê. Fizeram uma roda e no meio tinha uma nota de 100,00. Quem pegou a nota?
R: A loira, porque o resto não existe.
Uma mulher estava grávida de trigêmeos, e como o pai não queria assumir os filhos, ele chegou com uma arma e deu um tiro em cada feto dentro da barriga da mulher, e como em toda piada chata, os bebês sobreviveram. 11 anos depois, vem o primeiro filho gritando: — Mamãe! Mamãe! Eu tava no banheiro mijando, e de repente saiu uma bala do meu pinto! Então a mãe explicou todo o acontecido. Então no outro dia veio o outro filho gritando: — Mamãe! Mamãe! Eu tava no banheiro mijando, e de repente saiu uma bala do meu pinto! Então a mãe explicou todo o…
Certo dia, na aula, a professora resolve perguntar sobre o medo das crianças. — Mariazinha, do que você tem medo? — Profe, eu tenho medo da mula sem cabeça — responde a Mariazinha. A profe explica: — Não precisa ter medo, Mariazinha, mula sem cabeça não existe. — Obrigada, profe. — Pedrinho, do que você tem medo? — pergunta a profe. Ele respondeu: — Do Saci Pererê, profe. — Não precisa ter medo, Pedrinho, Saci Pererê não existe. — Obrigado, profe. — E você, Joãozinho, tem medo do quê? — Do mala mem, professora. — Mala mem, Joãozinho? Quem é o mala mem…
A professora pergunta ao Pedrinho:
— Pedrinho, do que você tem mais medo?
— Da mula sem cabeça, 'fessora.
— Mas, Pedrinho, a mula sem cabeça não existe. É apenas uma lenda... Você não precisa ter medo.
— Mariazinha, do que você tem mais medo?
— Do saci-pererê, 'fessora.
— Mas, Mariazinha, o saci-pererê não existe. É somente outra lenda... Você não precisa ter medo.
— Joãozinho, do que você tem mais medo?
— Do Mala Men, 'fessora.
— Mala Men? Nunca ouvi falar. Quem é esse tal de Mala Men?
— Quem é eu também não sei, 'fessora. Mas minha mãe sempre reza de noite e diz: "Não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do Mala Men".
A professora entra na sala e pergunta: — Mariazinha, de que você tem mais medo? — Há, fessora, eu tenho mais medo da mula sem cabeça. A professora lhe diz: — Mariazinha, mula sem cabeça é lenda, não tenha medo. E a professora repetiu a pergunta para o Carlinho. — Há, fessora, eu tenho mais medo é do Saci Pererê. Professora: — Mas, Carlinho, Saci Pererê também é lenda. Então a professora pergunta para o Joãozinho: — Joãozinho, do que você tem mais medo? — Há, fessora, eu tenho mais medo é do "MALAMEM". Professora com cara de espanto: — "MALAMEM"…
O pai viu o garotinho mijando e achou o pinto dele ridículo: era fino e comprido.
Ele levou o filho ao médico.
O médico fez os exames, conversou com o...
O perigoso Mala Men!!!! A professora pergunta ao Pedrinho: — Pedrinho, do que você tem mais medo? — Da mula sem cabeça, fessora. — Mas, Pedrinho, a mula sem cabeça não existe, é apenas uma lenda, você não precisa ter medo. — Mariazinha, do que você tem mais medo? — Do saci-pererê, fessora. — Mas, Mariazinha, o saci-pererê não existe, é apenas uma lenda, você não precisa ter medo. — Joãozinho, do que você tem mais medo? — Do Mala Men, fessora. — Mala Men? Nunca ouvi falar. Quem é esse tal de Mala Men? — Quem é eu também não sei, fessora, mas minha mãe…
"A bola ia indo, indo, indo... e iu!!!" (Paulo Nunes, comentando um gol que marcou quando jogava no Palmeiras) "Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu" (Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72) "Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola" (Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo) "No México que é bom. Lá, a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias" (Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos) "Quando o jogo…
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Uma mulher estava indo a um banco, grávida de trigêmeos. Quando chegou lá, pegou seu cartão do banco e tirou 50 reais, mas, quando estava saindo, chegaram ladrões para assaltar o banco. Ela foi tentar fugir e levou 3 tiros na barriga. Depois de poucos anos, seus filhos já eram grandinhos, tinham 5 anos, e teve um dia em que chegou um filho dela correndo: — Mãe, mãe, mãe, mãe!!!!!!!! — Que foi, filho? — Você não sabe, eu tava mijando, daí saiu uma bala do meu pinto! — Nossa, filho... — respondeu a mãe. Umas horas depois chegou seu outro filho: — Mãe…
Um baita negão estava mijando na calçada bem na frente de uma Kombi. Enquanto a água ainda saía, vinha um japonês, parou do lado do negão e disse:
— Ferramenta garande, né?
— É sim, japa, mas cai fora! — responde o negão.
— Deixa eu pô a mão? — pede o japa.
Todo orgulhoso do tamanho da ferramenta, fala:
— Tá bom, só um pouquinho.
— Garande. Pode pô outra mão? — insiste o japa.
Mais orgulhoso, responde:
— Põe logo antes que venha alguém.
O japa então coloca as duas mãos e, estrangulando a manguasca do negão, diz:
— Mijando na Kombi de japonês!!!!
Na sala de aula, a professora pediu para Mariazinha: — Mariazinha, do que você tem medo? — Eu tenho medo do Saci-Pererê, professora. — Mas, Mariazinha, o Saci-Pererê é só um mito, não precisa ter medo dele. Depois perguntou para o Pedrinho do que ele tinha medo, ele falou: — Da Mula-sem-Cabeça, professora. E a professora falou que não precisava ter medo porque a Mula-sem-Cabeça é só um mito. Depois ela perguntou para o Joãozinho do que ele tinha medo, e ele respondeu: — Eu tenho medo do MALA MEN. — MALA MEN? Mas quem é esse, Joãozinho? — Não sei quem…
Estavam sentados na calçada uma loira burra, o Saci-Pererê, uma loira inteligente e a Mula-Sem-Cabeça. Um homem passou e, sem querer, deixou cair uma nota de R$ 100.
Pergunta: Quem pegou essa nota?
R: A loira burra, pois o resto é lenda.
Certo dia, uma mulher grávida de trigêmeos estava na fila de um banco quando um assaltante invade o local e lhe dá três tiros na barriga, acertando uma bala em cada bebê. Como só acontece em piadas, a mulher conseguiu sobreviver juntamente com os seus filhos. Passados exatamente onze anos, um dos filhos da mulher vem correndo em sua direção e fala: — Mãe! Mãe! Eu estava no banheiro mijando, quando de repente uma bala saiu pelo meu pinto! Então, a mãe lhe explicou o incidente ocorrido durante sua gravidez. Dias depois, veio o outro filho com a mesma…
Certo dia, uma mulher grávida de trigêmeos estava na fila de um banco quando um assaltante invade o local e lhe dá três tiros na barriga, acertando uma bala em cada bebê. Como só acontece em piadas sem-graça, a mulher conseguiu sobreviver juntamente com os seus filhos. Passados exatamente onze anos, um dos filhos da mulher vem correndo em sua direção e fala: — Mãe, mãe! Eu estava no banheiro mijando, quando de repente uma bala saiu pelo meu pinto! Então, a mãe lhe explicou o incidente ocorrido durante sua gravidez. Dias depois veio o outro filho com a…
O paulista corinthiano diz ao amigo depois do jogo no Olímpico contra o Grêmio, onde foi rebaixado seu timão:
— Meu, caracas, estou louco para chegar em casa e tirar a calcinha da minha mulher.
O amigo lhe pergunta:
— Terás uma festinha de luto hoje? (disse ironizando)
Respondeu o corinthiano paulista rebaixado para a segundona:
— Não, é porque está me apertando a virilha!
Nos fuderam hoje!
Uma bicha entrou num banheiro e deu de cara com um corcunda mijando e logo falou:
— Nossa, se eu tivesse um pau desses passaria o dia inteiro chupando.
— E por que você acha que fiquei corcunda?
Um anão entrou no banheiro, encostou em um negrão (um guarda-roupas), subiu num banquinho e dependurou no bitelo dele que estava mijando e disse:
— É um assalto, passa o dinheiro ou eu pulo do banquinho.
O bêbado entra no sanitário público e dá de cara com um baita de um negão mijando. Abismado com o tamanho da pomba do negão, o bêbado fala:
— Negão, se eu tivesse dois cus arriscaria um nessa bichona!
Um bêbado estava mijando num poste quando uma mulher passa por ele e fala:
— Você não tem vergonha, não, seu bêbado? Tem um banheiro daqui a 20 metros.
E o bêbado fala:
— Pô, dona, tá pensando que meu bilau é mangueira?
Um bêbado estava mijando num poste e chegou uma velhinha e falou pra ele:
— Meu senhor, por que mijar no poste se há um banheiro a 20 metros daqui?
O bêbado:
— Hic!! Tá pensando que meu pau é mangueira, minha senhora!!!!
Uma bicha entra no banheiro público e dá de cara com um corcunda que tava mijando. E diz:
— Nossa! Que pau lindo, se eu tivesse um desses eu ficava o dia inteiro chupando.
Ele responde:
— Por que você acha que eu sou corcunda?