Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado com as praia, pé de escarço, sem camisa, aquele carção samba-canção. Sem cueca por debacho. Os cariocas zombando, contando piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se guentô. Correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais. Quando saiu du mar, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do pinguelo que o mineirim tinha. O bicho ia até pertim do juei. A turma nunca tinha visto coisa igual. As…
Tinha um homem no Mineirão que sentiu uma apertada no seu ombro, então olhou para trás e mandou o sujeito parar. Depois de um tempo sentiu a mesma coisa e disse para parar novamente. Na 3ª vez deu um chute no saco dele e então se sentou novamente, quando veio outro aperto, então disse:
— Eu já não te dei um tamanho de um chute no seu saco?
Tinha um homem no Mineirão que sentiu uma apertada no seu ombro, então olhou para trás e mandou o sujeito parar. Depois de um tempo sentiu a mesma coisa e disse para parar novamente. Na 3ª vez, deu um chute no saco dele e então se sentou novamente, quando veio outro aperto, então disse: — Eu já não te dei um tamanho de um chute no seu saco? — Eu não tenho saco, sou ET. — Então como você faz sexo no seu planeta? — Assim, ô... e então apertou seu ombro novamente.
Um mineirinho achou uma lâmpada mágica e, quando o gênio saiu, disse para ele fazer três pedidos. E assim fez o primeiro: — Quero um queijo. E foi realizado. O segundo, disse o gênio: — Quero outro queijo. O gênio atendeu seu pedido, mas ficou indignado porque ele não pedia riquezas, mulheres e tudo de bom que alguém poderia desejar. Então o mineirinho pediu que ficasse rico. E o gênio perguntou: — Por que deixou para fazer esse pedido só no último? — Porque eu fiquei com vergonha de pedir outro queijo.
Três carreteiros do Rio Grande do Sul estavam viajando para Minas Gerais, onde iriam buscar uma carga. Quando pararam em um restaurante de beira de estrada, ainda em São Paulo, próximo à divisa com Minas, bateu-lhes uma vontade tremenda de comer um arroz carreteiro. Assim, logo encomendaram o prato à dona do restaurante, que prontamente preparou uma panela enorme. Depois que se fartaram bem, sobrou uma quantidade enorme. Quando um dos gaúchos ia jogando a sobra fora, o outro retrucou: — Ei, não joga fora não. Estamos indo pra Minas e, chegando lá…
Um estudante de Letras foi fazer uma pesquisa sobre quais são as três melhores coisas do mundo lá em Minas Gerais. Chegando lá, ele foi na primeira casa que viu, e viu um senhor sentado e perguntou para ele:
— Quais são as três melhores coisas do mundo?
E o mineiro respondeu:
— Mulher, dinheiro e bicho de pé.
E o estudante falou:
— Mulher e dinheiro eu entendo, mas por que bicho de pé?
O mineiro respondeu:
— Que que adianta ter mulher e dinheiro se o bicho não fica de pé?
O gaúcho entrou no trem, correu para a janela e gritou para o casal que o acompanhara: — Tchau, mineiro! Adorei o final de semana! Obrigado pela hospedagem! A tua mulher é ótima de cama, mas baa!!, muito boa mesmo! Intrigado, o passageiro ao lado não resistiu à curiosidade. — Desculpe, não me leve a mal, mas o senhor disse mesmo pro cara ali que a mulher dele era... boa de cama? E o gaúcho confessou baixinho: — Sabes como é... Ela até que é bem ruizinha, mas eu não quis ofender o mineiro!
Viajavam num trem um gaúcho, um paulista, um mineiro e um nordestino. A certa altura, o gaúcho encheu uma cuia de chimarrão, tomou e jogou a cuia fora. Ante o olhar surpreso dos demais, disse: — No Rio Grande do Sul tá cheio disto. Depois, o mineiro pegou um queijo, comeu um pedaço e jogou o resto pela janela, e disse: — Em Minas tá cheio disso. De repente o paulista pega o nordestino, dá uns tapas e joga pela janela. Olha para os colegas e diz: — Em São Paulo tá cheio disto.