— O padre era gago e foi celebrar a missa das 5 horas. — Dódódódódódó dominos ó bispos, disse depois de muito tempo. — O sacristão também era gago, e respondeu: ééé´ tititicuncuncuncun espírito ó. — O padre olhou pra ele e perguntou: eeeee vovovocê também éééé´ gagagagago. — O sacristão respondeu: eeeeeee sesesesesnhor nãããããõ sabibibibia nããããã. — O padre respondeu: jáááááááá´ sei que eééééé´ ssa mmeeeeeerda vavavavavavai terminar meeeeeio dia.
Em um final de semana, o padre estava separando bíblias para vender. De repente chega um gago: — O-olá, e-eu gui-ga-gostaria d-de a-aju-ju-dar a ve-ve-vender bíblias. O padre, comovido, entrega 20 bíblias para o gago. Quando todos voltaram, o padre pergunta para um dos vendedores: — Quantas você vendeu? E o homem responde: — Eu? Eu vendi duas... E o padre: — E você, quantas vendeu? O outro homem responde: — Eu vendi três. O padre pergunta para o gago: — E você, quantas vendeu? O gago responde: — Eu, ve-ve-vendi to-todas. O padre, espantado, pergunta: —…
Um padre estava distribuindo Bíblias para as pessoas venderem e ajudarem na reforma da igreja. De repente, chega um gago oferecendo seus serviços: — Pa... pa... padre, eu ga... go... gostaria de aju... da... dar a ve... ven... der bi... bi... Bíblias! Comovido com a tentativa de colaborar, o padre deu um lote de Bíblias para o gago. No final da tarde, durante o acerto de contas, o padre ia perguntando para os colaboradores: — Você, quantas vendeu? — Vendi duas. — E você? — Vendi uma. — E você, quantas vendeu? — perguntou para o gago. — Eu va... ve…
Um homem que era gago vendia amendoim nas ruas. Certo dia, o gago foi vender amendoim na porta da igreja. O padre estava rezando uma missa. Quando este disse "amém", o gago disse logo em seguida: — Do..do..doim.
Estava o gaguinho em frente da igreja vendendo amendoim. Ele não conseguia falar direito: amedoim. Então ele teve uma ideia. Quando o padre falava "amém", o gago falava "doim".
A igreja estava precisando de uma reforma, então o padre teve a ideia de vender bíblias pela comunidade. Então chegou um gago e pediu para colaborar. O padre disse: — Você não vai conseguir, meu filho! E o gago disse: — Deixaxa eu tententatatar, papapadre? E o padre disse: — Está bom! — pensando que ele não ia conseguir. Passaram uns 10 minutos e ele volta todo contente, pedindo mais bíblias para vender. E o padre pergunta: — Meu filho, como você conseguiu vender 5 bíblias em 10 minutos? E o gago responde: — Eeeu didizizia: Vovocê quequer ler, oou quequer que eeu leleia?
Mais de 100 mil pessoas numa missa, e no pauco um gago, um tetraplégico e um alejado. Todos rezando pelos três, então o padre fala: — Que o tetraplégico jogue a cadeira de rodas (a cadeira voa). Que o alejado jogue a muleta (a muleta voa). E que o gago fale. O padre fala que o gago vai falar: — O ale-leja-jado es-tá no-no chão, e o tetra-traplegi-plegico tam-também.
Tinha uma igreja que estava realizando milagres. Então todos os deficientes estavam indo para lá, e nisso tinham dois amigos, um gago e um aleijado. Depois de muita desconfiança, acabaram indo a tal igreja. Chegando lá, o padre mandou os dois virarem de costas um para o outro e falou para o aleijado soltar as muletas, e em seguida mandou o gago falar. E então o gago falou: — O aleijado caiu!
A igreja estava precisando de dinheiro, e o único jeito encontrado pelo padre era pedir aos cristãos para vender BÍBLIAS. Aí chegou um gago e falou que queria colaborar. O padre entregou muitas bíblias para cada um e deu um prazo de um mês para venderem. Dentro do prazo todos chegaram e o padre perguntava: — Quantas você conseguiu vender? — 8. — Quantas você conseguiu vender? — 10. — Quantas você conseguiu vender? — 13. Até que chegou o gago e o padre fez a mesma pergunta. Ele respondeu: — To-to-to-to-das. O padre se espantou e perguntou como ele…
Um padre estava distribuindo Bíblias para as pessoas venderem e ajudarem na reforma da igreja. De repente, chega um gago oferecendo seus serviços: — Pa... pa... padre, eu ga... go... gosta... taria de aju... ju... da... dar a ve... ve... nder bi... bi... bíblias! Comovido com a tentativa de colaborar, o padre deu um lote de Bíblias para o gago. No final da tarde, durante o acerto de contas, o padre ia perguntando para os colaboradores: — Você, quanto vendeu? — Vendi duas. — E você? — Vendi uma. — E você, quantas você vendeu? — perguntou para o gago. —…
Numa pequena igreja estavam vendendo bíblias e, como não podia ser só na igreja, que era muito afastada da cidade, o padre pediu algumas pessoas para colaborarem vendendo as bíblias nas ruas. Quando um gago disse: — E e eu que que quero ven ven der bi bíblias. O padre deixou e se admirou com o gesto tão bom do rapaz. No dia seguinte, o padre perguntou: — Quantas bíblias vocês venderam? E muitos disseram: — Eu 1. — Eu 5. — Eu 8. E o padre perguntou pro gago: — E você? Quantas vendeu? E ele respondeu: — To to todas. O padre ficou admirado e perguntou: —…
Às 7:00 hs de um domingo começava uma missa especial em uma certa igreja; era a missa dos milagres. O padre, começando a missa, perguntou se algum dos fiéis tinha problemas físicos, então um homem ergueu o braço e disse: — Eu. O padre pergunta: — Qual é o seu problema, meu filho? E o fiel responde: — Eu sou manco de uma perna. — Certo, então vá atrás daquela cortina no altar, por favor. O padre pergunta: — Mais alguém? E surge uma voz: — E ee e eu. — E qual é o seu problema, senhor? — Eeu sosou gagago. — Então siga aquele o ouro, por favor. O padre…
Era uma vez um homem gago e outro que não era gago. O que não era gago disse para o gago: — Gago, vai comprar abacaxi, pirarucu e ameixa. O gago foi na feira e falou para a mulher da barraca: — Abaxaí, vrateucú e não se meixa!
O gago chega em Fernando e diz: — Ferfernannandododo, tetenhonho umaumaaa nonoticicia ururgentete praprapra tetete concontarar. — Vai logo, gago. — Gago quando canta não gagueja. — Tatata cercertototo. — Olé, olé, olé, olá, tua mãe morreu, amanhã vai enterrar.
Havia no centro da cidade um gago que ajudava a todos de seu prédio. Pintava um problema, o gago ajudava. Certo dia ligaram meia-noite na casa do gago para falar que a mãe de seu vizinho havia falecido. O gago então foi dar a má notícia ao vizinho. Chegando lá, tocou a campainha repetidas vezes até que uma hora seu vizinho apareceu perguntando: — O que foi, gago? E o gago respondeu: — A suu suu a a a mãã e... Sem paciência, o vizinho disse: — Para, gago! Canta, porque gago quando canta não gagueja. Então o gago cantou: — O le le ô lala, sua mãe morreu, amanhã vão enterrar!
A mãe do gago foi matricular o seu filho na escola e falou para a diretora: — Vim matricular meu filho aqui, mas tem um problema: ele é gago. — Mas ele é gago sempre? — Não, só quando ele fala.
O gago, depois de muito tempo, encontrou um amigo de infância, apresentou sua mulher, que era gaga também. Vendo que o filho não era gago, o amigo perguntou: — Me diga uma coisa: você é gago, sua mulher é gaga, e seu filho não nasceu gago. Como é isso? O gago respondeu: — Eu faço filho é com a língua ou com o pênis?
O gago e o ceguinho estão andando pela praça, quando o gago disse: — Você vi-vi-viu? E o ceguinho: — O quê? O gago: — U-uma lo-lo-loirassa que acabo-bou de pa-passar po-por nós. O gago: — Você vi-vi-viu? O ceguinho: — O quê? O gago: — U-uma mo-morenassa que a-acabou de pa-passar por nós. O gago: — Você vi-vi-viu? O ceguinho, já cansado dessa história, disse: — Vi sim, e daí? O gago: — Enta-tão po-por que você pi-pisou?
O cego e o gago estavam à noite na rua, tudo bem escuro, aí o cego falou: — Ei, gago, eu quero cagar, onde a gente tá? O gago disse: — A gente tá no meio da pista, quando vinher o carro tu me avisa. Quando veio o carro, o gago fala: — La, la, la, la... Quando o carro atropelou o cego, o gago disse: — Lascou-se.
O sujeito chega ao hotel e a recepcionista pergunta seu nome: — Al-fe-fe-feu Si-si-sil-va. — Desculpe, eu não sabia que o senhor era gago. — Que gago coisa nenhuma. Quem era gago era o meu pai e o escrivão, um bom filho da mãe!
O sujeito chega ao hotel e a recepcionista pergunta seu nome: — Al-fe-fe-feu Si-si-sil-va. — Desculpe, eu não sabia que o senhor era gago. — Que gago coisa nenhuma. Quem era gago era o meu pai e o escrivão, um bom filho da mãe!