Serpop
Qual a semelhança entre a música popular e a música sertaneja?
Resp.: A música popular precisa dos caipiras para cantar; e a música sertaneja os caipiras já estão cantando...
Qual a semelhança entre a música popular e a música sertaneja?
Resp.: A música popular precisa dos caipiras para cantar; e a música sertaneja os caipiras já estão cantando...
O sujeito caminha pela rua e depara com uma multidão em frente a uma vitrine com uma vaca dentro. Ele se aproxima e pergunta a um rapaz:
— O que essa vaca tem de tão impressionante?
O rapaz aponta para a vaca e explica:
— Repara na xoxota da vaca, parece uma xoxota de mulher.
O sujeito se torce todo e responde:
— Grande coisa, minha mulher tem a xoxota parecida com a de uma vaca e ninguém fala nada.
P: Qual o homem mais popular numa praia de nudismo?
R: O que consegue carregar uma xícara em cada mão e doze rosquinhas.
P: Qual a mulher mais popular na praia de nudismo?
R: A que consegue comer a última rosquinha.
O português estava no bar quando passou um brasuca e gritou para o tugão:
— Ô português, qual é o peixe mais popular de Portugal?
— O bacalhau, ora pois...
— Então segura o cu que lá vai o pau, risos...
— Brasileiro filho da puta, vou amanhã, eu te pego.
Aí o portuga estudou todos os livros a noite inteira até descobrir que o peixe mais popular do Brasil era o pirarucu. No outro dia o português viu o brasuca no buteco e perguntou:
— Ô brasileiro, qual o peixe mais popular do Brasil?
— Ora essa, é o pirarucu, por quê?
— Então segura o pau que lá vai o cu.
P: Por que o japonês não usa a camisinha logo que compra?
R: Porque primeiro tem que armar a barrinha.
A professora, falando sobre folclore, pergunta a Maria:
— Maria, do que você tem medo?
— Professora, eu tenho medo do saci.
— Por que? Ele é lenda.
Depois a professora faz a mesma pergunta ao Pedrinho:
— Pedrinho, do que você tem medo?
— Professora, eu tenho medo do lobisomem.
— Por que? Ele não existe.
Depois a professora volta a fazer a mesma pergunta ao Joãozinho:
— Joãozinho, do que você tem medo?
— Professora, eu tenho medo do MALAMEN.
— Malamen? Quem é esse?
— Toda vez que eu acordo eu vejo a mamãe ajoelhada no quarto e pedindo: "...mas livrai-nos do MALAMEM."
P: Uma certa noite houve uma festa dentro de uma caneta BIC. Qual o nome do filme?????
R: In the pen dance day......
A pequena bicha e o tio estavam conversando:
— Meu filho, o que você quer ser quando crescer? — pergunta o tio.
— Ai, tio, eu quero ser um juiz de futebol.
— Juiz de futebol, por quê?
— É porque eu quero apitar um jogo Vasco e Flamengo, para todo mundo gritar meu nome: Bicha!!! Bicha!!!
Na escola, a professora perguntava para cada um de seus alunos:
— Joaninha, você tem medo do quê?
— Fessora, eu tenho medo da mula sem cabeça.
— Mas, Joaninha, mula sem cabeça não existe, isso é só o folclore...
— Chiquinho, tu tem medo de quê?
— Fessora, eu tenho medo do saci-pererê.
— Mas, meu filho, saci-pererê também não existe, isso são histórias...
— E você, Joãozinho, você tem medo do quê?
— Professora, eu tenho medo do Malámem.
— Do Malámem? Mas, menino, que diabo é Malámem?
— Professora, todo dia à noite, antes de dormir, a minha reza diz assim:
— E nos livrai-nos do Malámem...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Um dia de sol e uma formiga passeia pela floresta. De repente ela cai em um imenso buraco de lama e começa a gritar: — Socorro! Socorro! Naquele momento, um elefante que vinha passando pela floresta escuta os pedidos de socorro e corre pra ajudar. Chegando lá, o elefante colocou sua tromba dentro do buraco de lama, mas o buraco era tão grande que a tromba não alcançou a formiga. O elefante, preocupado com a formiga, procura uma solução, então diz: — Já sei!! Então o elefante se masturba e com seu enorme pau tira a formiga do enorme buraco de lama. A…
Na escola, o garotinho está chorando e a professora diz:
— Não chore, Joãozinho! Quando gente pequena chora muito acaba crescendo e ficando feia.
— Então, professora, quando a senhora era pequena deveria ser uma grande chorona, hein?
O médico chega em uma cidade pequena e é logo avisado que não existem mulheres solteiras na cidade e que, quando ele quisesse fazer sexo, fosse perto do rio da cidade.
Passou um mês e o médico não teve vontade, passou dois e nada; no terceiro mês ele não aguentou e foi perto do riozinho. Chegou lá, viu uma grande fila e no final dela tinha um burro (animal). Um caipira que estava na fila falou:
— Deixa o doutor passar.
Todo mundo deixou o médico passar na frente do burrinho. O médico abaixou as calças e começou a transar com o burro, aí um caipira falou:
— Doutor, para! Que o burrinho é pra atravessar um rio que tem um puteiro no outro lado.
Vão uns amigos à feira popular e passam por uma máquina de fazer broxes. Um deles diz:
— Vamos lá ver.
E o outro diz:
— Já vamos, vamos primeiro à procura das cervejas.
Quando iam mais à frente, um deles diz:
— Vão andando, que já vos apanho.
Os amigos voltaram para trás e encontram outra vez a máquina de fazer broxes.
Um diz:
— Vou experimentar, 500 escudos é barato.
Outros dois experimentaram também.
Numa conversa entre Astrogildo e seu amigo, falaram sobre Adriane Galisteu. — E aí, Astrogildo, já viu a Adriane Galisteu? — Drica, pô, rapaz, é minha amigona, fui professor dela. — Tá brincando, né? — Claro que não. Se você quiser, nós podemos ir à casa dela. — Maneiro. Lá chegando, o segurança falou que não poderiam entrar. — Vai lá e fala que é o Astrogildo. O segurança foi e falou. Ela veio correndo, e ficaram conversando um tempão. Outro dia tocaram no nome do Emerson Fittipaldi. Nessa, o Astrogildo falou: — Paldinho, rapaz, é meu amigo de…
Por que planta pequena não fala?
Resposta: Porque é uma mudinha!
P: Era uma agência de modelos que precisava de modelos para um comercial. Eles acharam todos, menos um que precisava ter menos de 1,70 m. Aí uma garota americana apareceu e disse:
Qual é o nome do filme?
R: A pequena serei eu!
(A pequena sereia)
O senhor foi dar um passeio e se perdeu na estrada. Após muito tempo, encontrou um senhor construindo uma pequena edificação. Depois de conseguir a informação, perguntou ao caipira para que era a pequena construção.
O caipira respondeu:
— Se o sinhô for alugar, é um chalé rústico. Se não, é um galinheiro.
A planta pequena não fala, sabe por quê?
R: Porque é mudinha.
Tribunal do júri popular reunido: juiz, jurados, acusação, defesa, réu etc.
O juiz presidente, dando início ao júri, vira-se para o réu e pergunta:
— Nome?
O réu:
— Carlos da Silva.
Juiz:
— Então, Sr. Carlos da Silva, poderia nos responder: como o senhor matou a sua esposa, depois de flagrá-la em adultério?
O réu:
— A chifradas, Excelência. A chifradas.
O juiz, sem pestanejar:
— Então o senhor pode ir para casa, desde logo, está plenamente absolvido! LEGÍTIMA DEFESA!
Caso encerrado.
Um sujeito entra numa loja de fantasias e pede para a funcionária: — Preciso ir a uma festa à fantasia, mas estou com muito pouca grana. O que você me sugere? — A fantasia mais barata que eu tenho — responde a vendedora — é a de Adão. Consiste em uma folha de parreira. Ele concorda e ela vai buscar a folha. — É muito pequena, não esconde tudo — diz o sujeito. A vendedora vai buscar uma folha maior. — Ainda é pequena — insiste o sujeito. A vendedora traz uma folha maior. — Essa é a maior que temos — diz ela, desconfiada. — Continua pequena! A moça não…
Um certo dia, Mariazinha estava passeando pela frente de sua casa quando chegou um sem-teto e lhe pediu um pão. Daí ela respondeu: — Não vou te dar não! — Ah, é! Vou te rogar uma praga... Quando você crescer, vai nascer uma vassoura entre as suas pernas... — diz o sem-teto. Depois de anos, Mariazinha vê, ao tomar banho, que sua vassoura está crescendo e vai contar ao irmão: — Irmão, a praga que o maluco me jogou naquele tempo aconteceu! — Como assim? — diz o irmão. — Está nascendo uma vassoura entre as minhas pernas... — Fica fria, irmã, isso é…
Você sabe o que a planta pequena disse para a planta grande?
Resposta: Nada! Porque ela é mudinha.
Um dia o prefeito foi a um colégio. Quando uma menininha chegou para ele e disse:
— Prefeito! Prefeito!
— Qual é o seu nome?
— Violeta.
— Por que?
— Porque quando eu era pequena caiu uma pétala de violeta no meu berço.
Chega outra garota:
— Prefeito! Prefeito!
— Qual é o seu nome?
— Margarida.
— Por que?
— Porque quando eu era pequena caiu uma pétala de margarida no meu berço.
Ao que chega uma menininha toda errada:
— Prefeito! Prefeito!
— Qual é o seu nome?
— Geladeira...
P: Por que a loira tem chule somente no pé esquerdo?
R: Porque quando ela era pequena a mãe dela dizia:
— Lava esse pé direito.
P: Por que a loira sempre tem chulé só no pé esquerdo?
R: Porque quando era pequena a mãe sempre dizia: "Lava esse pé direito".
Lembram do ditado popular:
"A vida começa aos 40"?
É verdade. Mas não deram os devidos detalhes. Então vamos detalhar. E lá vai.
"A vida começa aos 40..."
— A chatear
— A embarrigar
— A engordar
— A enrugar
— A descabelar
— A encarecar
— A encalviçar
— A adoecer
— A desmemoriar
— A falhar
— A pifar
— A desgastar
— A sufocar
— A desesperar
— A embebedar
— A embriagar
— A cair
— A apanhar
— A cornear
— A brigar
— A afugentar
— A separar
— A divorciar
— A se perder
— A gastar
— A quebrar
— A endividar
— A falir
— A desempregar
— A empobrecer
— A endoidar
— A demenciar
— A paralisar
.
E...
.
— A encaixotar
Certo dia os sete anões têm a possibilidade de conversar com Vossa Santidade, o Papa. Então um deles, Dunga, é claro, faz-lhe uma pergunta: — Papa! Lá no Vaticano existe freira anã? E o Papa: — Ora, claro que não... A cada pergunta que Dunga fazia ao Papa, os outros seis anões davam risada... E o Dunga: — Mas, Papa, e lá na serra do RS existe freira anã? O Papa, já inconformado, diz: — Claro que não, meu filho, não existe freira anã em nenhum lugar do mundo, nem no Vaticano, nem na serra do RS e nem no Polo Sul, não existe!! E os seis anões se deitavam…
P: Por que a loira só lava o pé direito?
R: Porque quando ela era pequena sua mãe sempre dizia: filha, lave o pé DIREITO!!
O filho chegou para a mãe e disse:
— Mãe, a pomba do meu amigo parece um amendoim.
A mãe respondeu:
— Por que? É pequena?
O filho disse:
— Não, é salgada!
FHC pediu ao seu secretário que fizesse uma pesquisa popular para saber o que o povo estava achando de seu governo.
Quando o resultado chegou, FHC disse:
— E aí, qual é o resultado?
— Olha, basicamente o povo se dividiu em pessimistas e otimistas. Qual você quer ouvir primeiro?
— Os otimistas, disse FHC.
— Os otimistas dizem que daqui alguns anos não haverá mais comida e o povo, desesperado, passará a comer lixo.
— Assim não dá, assim não pode, esses são os pessimistas, você se enganou. Então quais são os pessimistas? Disse FHC.
— Os pessimistas estão achando que o lixo não vai dar pra todo mundo...