Prego
Certo dia, Manuel martelando um prego com a cabeça virada para a parede de uma sala ficou irritado e disse:
— Que droga, Joaquim, esse prego não entra de jeito algum.
Joaquim lhe responde:
— Manoel, vai ver que esse prego é do outro lado.

Certo dia, Manuel martelando um prego com a cabeça virada para a parede de uma sala ficou irritado e disse:
— Que droga, Joaquim, esse prego não entra de jeito algum.
Joaquim lhe responde:
— Manoel, vai ver que esse prego é do outro lado.

Dois portugueses, Manoel e Joaquim, é claro, andavam pelas calçadas de Coimbra quando avistaram um pequeno monte e Manoel disse:
— Joaquim, isso é bosta!
Joaquim contestou dizendo que não era, e ficou um tal de é bosta, não é bosta, é bosta, não é bosta.
Até que Joaquim experimentou um pouco e disse:
— Manoel, realmente isso parece bosta, ainda bem que não pisamos!
O português estava tomando umas e outras no clube, aí chegou o brasileiro e o alemão. Nisso, eles encontraram uma lâmpada mágica, o gênio apareceu, aí um pedido pra cada. Ia correndo, pulava no trampolim e fazia o pedido antes de cair na piscina.
O primeiro foi o alemão: saiu correndo, pulou o trampolim e disse:
— Dinheiro!
Caiu na piscina cheia de dinheiro.
O brasileiro correu, pulou e disse:
— Mulheres!
Caiu na piscina cheia de mulheres.
O português, meio bêbado, saiu correndo meio que cambaleando das pernas e, quando foi pular, escorregou no trampolim e disse:
— Meeeerda!
Quatro soldados de diferentes países (um americano, um japonês, um espanhol e um português) encontravam-se presos em um campo de concentração. O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um teste: todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem (incluindo o diretor), suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento... E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor…
Ler a piada completa: Concurso de piadas no campo de concentração →
Certo dia, um português que tinha uma padaria ouviu um enorme estrondo bem em frente à sua padaria. Ele viu que começou a se formar um tumulto e, como era curioso, disse para todo mundo que era parente da vítima e foi passando na frente para ver. Chegando lá, viu um burro esticado no chão.
Certa vez, na época das mangas... Havia um português faminto por mangas... Andando pelo frutal, avistou uma bela manga rosa, num galho alto e de difícil acesso... Entusiasmado, começou o esforço para pegar e chupar aquela manga até o caroço... Ah, ah, ah, é desta vez. Começou então uma verdadeira luta para derrubá-la. É pau, é pedra, até pedaço de galho, e nada da manga cair. É pau, é pedra, é pau, é pedra, E já começou a reclamar: que manga que não caiii... Sabe de uma coisa, estou dando uma de bobo, vou subir e pegá-la... Subiu e subiu, escorregava e…
Uma senhora ligou para o armazém do português:
— Quero uma caixa de fósforos.
Meia hora depois tornou a ligar:
— Mas nenhum palito acende.
O português:
— Mas como não, se eu testei todos antes de mandar para a senhora?