Sempre tem alguém que não bebe nada!
Por que os portugueses sempre mantêm uma garrafa vazia em suas geladeiras?
Ora, porque sempre aparece em suas casas alguém que não bebe nada!

Por que os portugueses sempre mantêm uma garrafa vazia em suas geladeiras?
Ora, porque sempre aparece em suas casas alguém que não bebe nada!

Um cara liga para o açougue, e o português atende:
— Pois não, que desejas?
O cara pergunta:
— O senhor tem orelha de porco?
— Tenho sim.
— O senhor tem focinho de porco?
— Tenho sim.
— O senhor tem cabeça de porco?
— Tenho sim.
— Você é feio pra caralho?
Português chegou ao Brasil, logo que desembarcou providenciou um carro. Dirigindo barbaramente, as pessoas na rua gritavam:
— Barbeiro!!!
— Filha da puta!!!
— Corno!!!
O português comenta:
— Ora pois! Como eles descobriram que eu tenho uma barbearia, que minha mão era da vida e que já tinha sido traído????
Como português tira a manga do pé?
Ele sobe no pé e vê se tá madura e logo depois ele desce e taca pedra.
O português estava de passeio ao Brasil, quando passou por uma placa:
— Devagar, quebra-mola.
Então o português acelerou o carro e passou pelo quebra-mola.
— Crec, crec.
Ele desceu do carro e andou até a placa e colocou de caneta:
— Rápido também!
Joaquim, filho de Manoel e Maria, tinha ido morar longe dos pais e não mandava notícias há 3 anos. Decidido a dizer para os pais que estava tudo bem com ele, resolveu que algum dia iria enviar uma foto para eles. Certo dia, ao sair do banho, olhou-se no espelho e decidiu embrulhar o espelho e enviar aos pais. Ao chegar a encomenda em Lisboa, o pai, ao desembrulhar o pacote, gritou para Maria:
— Mulher, venha rápido, nosso filho está muito velho e com cara de gambá.
Maria veio correndo apavorada e debruçou-se no ombro de Manoel e falou:
— Também, com esta vagabunda no seu ombro, só poderia estar velho e bêbado.
Um belo dia, Joaquim e Manoel, que estavam lascados, resolveram assaltar um banco.
Naquela correria danada os dois se separaram e cada um levou um malote diferente.
Depois de 2 anos, os mesmos se encontram e Manoel diz:
— Joaquim, estou muito bem de vida, com aquele dinheiro do assalto comprei ações de várias empresas e hoje vivo só de investimento e festa. E você?
— Bem, Manoel, não estou muito bem de vida não. Peguei um malote cheio de notas promissórias e duplicatas e até hoje, você me acredita que ainda estou a pagar estas contas...