Num certo reino havia uma princesa muito bonita e seu pai a queria dar em casamento. Então ele baixou um decreto que quem quisesse casar com a princesa teria que aguentar um chute no saco. Todos os homens do reinado não foram aprovados, só faltava o anão Pedro Malazarte, que teve uma brilhante ideia: ele amarrou o seu saco para trás, para que, quando os guardas o avistassem, ele não sentisse a dor. Quando os guardas o avistaram, ficaram com tanta pena que disseram: vamos dar um chute no cú dele mesmo.
Por que o anão atravessa a rua correndo? R: Para pegar impulso para subir o meio-fio. O que acontece se o anão sentar no meio-fio? R: Balança as pernas.
Um anão tinha os lábios inferiores maiores que os superiores, e quando andava eles ficavam sacudindo pra cima e pra baixo. Qual o nome do filme? "Anão que balança o beiço"
Um anão chega no bar e, como ele não alcançava o balcão, começou a pular e pedir: — Me dá uma Fanta! Cada pulo, ele repetia: — Me dá uma Fanta! Indignado, o anão dá a volta no balcão para ver por que não era atendido e vê outro anão, o atendente, que, como também não alcançava o balcão, pulava, dizendo: — De uva ou de laranja?
— Um anão entrou num bar, aproximou-se do balcão e pediu: — Por favor, eu gostaria de uma garrafa de água mineral? — Mas ninguém respondia. — O anão, muito irritado, pulava e pedia: — Uma garrafa de água, por favor? — Mas como ninguém respondia, ele parou de pular e deu a volta para ver atrás do balcão. — Espantado, encontrou outro anão, pulando e falando: — Com gás ou sem gás.
Chega um anão no bar, dando um pulinho, e pede: — Me dá uma fanta? E nada. Vai para trás e volta fazendo o mesmo ritual, chega no balcão, pula e pede: — Me dá uma fanta? E isso se repete várias vezes, até que o anão, revoltado, vai do outro lado do balcão e vê um outro anão pulando até o balcão e perguntando: — Uva ou laranja?
Certo dia, em uma cidadezinha do interior da Paraíba, aconteceu um grave acidente em uma rodovia. Logo juntou uma multidão de curiosos; o anão, por sua vez, também estava lá, tentando ver o que havia acontecido. Porém não conseguia, tentava passar por entre as pernas do povo e assim foi tentando. Lá por volta das tantas, já cansado, ele pensou: — Vou passar usando a força da minha inteligência. E assim o fez. — Sai da frente que chegou o parente do morto! A multidão, espantada, logo obedeceu. Quando conseguiu ver o que tinha acontecido, era um burro que tinha sido atropelado.