Mãe é mãe
P.: O que foram fazer num prostíbulo um argentino, um judeu, um árabe e um português?
R.: O árabe foi cobrar uma dívida, o judeu foi cobrar um aluguel, o português foi visitar a namorada e o argentino, a MÃE.
P.: O que foram fazer num prostíbulo um argentino, um judeu, um árabe e um português?
R.: O árabe foi cobrar uma dívida, o judeu foi cobrar um aluguel, o português foi visitar a namorada e o argentino, a MÃE.
O judeu vai ao banco e pede ao gerente que o banco faça um empréstimo de 1 real a ele. O gerente, assustado, mas sem vontade de discutir com o "mão fechada", fecha negócio e explica as condições do empréstimo: — Os juros serão de 1% ao mês e, como o pagamento será parcelado em 12 vezes, o senhor pagará no total 1,12 reais; o banco precisa de uma garantia para efetuar o empréstimo e o senhor tem que deixar um seu bem qualquer conosco. — Tá bom, gerente: deixo minha Mercedes como garantia do empréstimo. O judeu volta para sua casa e chama sua esposa: —…
4 gringos foram na zona: um turco, um judeu, um português e um argentino.
O turco foi vender calcinha pras meninas.
O judeu foi cobrar o aluguel do estabelecimento.
O português foi visitar a namorada.
E o argentino foi visitar a mãe.
Foram ao puteiro um judeu, um turco, um português e um argentino. O que eles foram fazer?
O judeu foi cobrar o aluguel, o turco foi vender calcinhas, o português foi se encontrar com a namorada e o argentino foi ver a mãe.
P: O que o turco, o judeu, o português e o argentino foram fazer na zona?
R: O turco foi cobrar o aluguel do estabelecimento, o judeu foi vender calcinhas, o português foi ver a namorada e o argentino foi ver a mãe!!!
O rei da Suécia era um homem muito rico e poderoso, mas sofria de uma grave e rara doença que o levaria à morte caso não fosse tratada. O rei precisava de uma transfusão de sangue, mas só poderia ser um tipo especial de sangue que pouquíssimas pessoas têm. Os assessores de sua majestade saíram pelo mundo à procura de um doador compatível e acharam um judeu lá em Tel-Aviv. Eles explicaram a situação pro judeu e, como a doação era de graça e ele era boa gente, concordou em doar meio litro de sangue pro rei. Quando o judeu chegou em casa, encontrou um…
O portuga, o espanhol e o judeu tinham sido condenados à morte na cadeira elétrica, e o dia foi marcado pelo juiz do tribunal.
Chegado o dia, os três passaram pelo corredor da morte e chegaram ao salão onde seriam mortos.
O primeiro foi o judeu.
Um sujeito (que não era judeu) queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai. O velho disse: — Acho que não vai dar certo, porque os judeus têm uma visão muito diferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação, vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente. No dia seguinte ele voltou à casa do judeu, que lhe perguntou: — O que você fez com a maçã? — Fiquei com fome e a comi. — Tá vendo? Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua…
Um judeu, um turco, um português e um argentino foram a um cabaré... O que eles foram fazer lá?
— O judeu foi cobrar o aluguel.
— O turco foi vender calcinha pras meninas.
— O português foi levar flores pra namorada.
— E o argentino foi visitar a mãe.
Estavam o judeu americano e o coreano viajando de avião quando, de repente, o judeu dá um safanão no coreano:
— Por que me bateu?
— Isso foi porque vocês atacaram Pearl Harbor.
— Mas foram os japoneses, sou coreano!
— Para mim, japonês, coreano, chinês, é tudo a mesma merda.
Passa algum tempo e o coreano revida a bordoada e o judeu indaga:
— Por que você está me batendo?
— Isso foi porque vocês afundaram o Titanic.
— O Titanic? Mas foi um iceberg!
— Iceberg, Rosenberg, Goldenberg, é tudo a mesma merda!
Iam pela rua um branco, um negro e um judeu, quando encontraram uma lâmpada da qual libertaram um gênio, que disse:
— Tenho um desejo para cada um.
O judeu disse:
— Quero meu próprio país, onde viverei em paz, sem preconceito.
Desejo realizado. Eis que o negro pede:
— Quero meu próprio país, onde viverei em paz, sem preconceito.
Desejo realizado. Aí o branco pergunta:
— Ô gênio, o judeu já foi embora pro país dele?
— Já!
— E o negro, também já foi?
— Também!
— Então, eu só quero uma Coca-Cola!
Tinha 3 homens no corredor da morte: um era judeu, o outro era brasileiro, e o outro era português.
O primeiro a ir na cadeira elétrica foi o judeu. Os policiais falaram que ele tinha seu último desejo, e o judeu falou que queria rezar:
— Alá, alá...
Ligaram e ele não morreu.
O próximo foi o brasileiro e ele pensou:
— Se ele conseguiu, eu também consigo.
E ele rezou:
— Alá, alá...
Ligaram e ele não morreu.
Chega a vez do portuga. Ele reza:
— Alá, alá... alá, tomada desligada.
Foram em um bordel 4 pessoas: 1 argentino, 1 português, 1 judeu e 1 árabe.
O judeu foi cobrar o aluguel do lugar, o português foi levar flores para a namorada, o árabe foi vender calcinhas para as prostitutas, e o argentino foi visitar a mãe.
Um judeu, um turco, um português e um argentino vão a um puteiro. O que eles vão fazer lá?
O judeu foi cobrar o aluguel, o turco foi vender calcinha para as meninas, já o português foi levar flores para a namorada e o argentino foi visitar a mãe.
— Coisas que jamais acontecerão, como esta cena:
— Um judeu caminhando tranquilamente no centro de Nova York, quando, sem perceber, cai uma nota de cem dólares de seu bolso.
Um turco que vem logo atrás, vendo aquilo, apanha a nota de cem dólares e corre em direção ao judeu para entregá-la.
Estava o turco pai consertando algumas coisinhas dentro de casa, quando vira para o filho e pede:
— Filhinho, vai lá na casa do nosso vizinho judeu e pede a ele o martelo emprestado.
Daí a pouco o turquinho retorna sem nada nas mãos.
— Mas o que foi que aconteceu, cadê o martelo?
— O judeu disse que não empresta porque vai gastar.
— Pô, mas que coisa, hein? Bem que brasileiro fala que judeu é pão-duro, não emprestar o martelo porque vai gastar! Essa é demais... Então, meu filho, pega o nosso mesmo...
Tinha um judeu que emprestava dinheiro para todo mundo e sempre recebia de volta, mas existia um turco que pegava emprestado e nunca pagava. Um dia, o turco pediu dinheiro emprestado para o judeu, mas o judeu disse: — Você tem fama de nunca pagar o que pede emprestado, mas como é pra mim que você está pedindo, você vai me pagar. Um dia, o judeu encontra o turco na padaria do português. Então o judeu diz ao turco: — Você sabia que hoje está vencendo o pagamento do empréstimo? — Sei, mas não vou pagar — responde o turco. — Ah, vai sim! — Ah, não vou…
Foram à zona um argentino, um judeu e um turco. Na porta eles se encontraram e, um pouco envergonhados, questionaram uns aos outros qual a finalidade da visita.
O turco afirmou:
— Vim vender roupa íntima.
O judeu disse:
— Vim cobrar o aluguel.
E o argentino confessou:
— Vim visitar a minha mãe.
Hitler: Me diga. Em que dia eu irei morrer?
Vidente: Você irá morrer em um feriado judeu.
Hitler: Em qual?
Vidente: Eu não sei.
Hitler: Mas você tem que saber. Eu insisto em saber a verdade!
Vidente: Eu não sei. Qualquer que seja o dia que você morrer, será feriado judeu!
Estavam juntos: o judeu, o turco, o português e o argentino, os quatro indo para uma zona.
O que eles iriam fazer???
Bem, parece lógico, porém:
— O judeu estava indo cobrar o aluguel;
— O turco ia vender roupa íntima;
— O português levava flores para a namorada;
— e o argentino... estava indo visitar a mãe.
Quatro sujeitos foram a uma zona:
— Um judeu.
— Um turco.
— Um português.
— Um argentino.
Você pode imaginar o que cada um deles foi fazer lá?
O judeu foi cobrar o aluguel do imóvel.
O turco foi vender calcinhas para as meninas.
O português foi levar flores para a namorada.
E o argentino foi visitar a mãe.
Tinha um cara muito rico que sofreu um acidente, só que o tipo de sangue dele era incomum, era AB.net, e não achavam ninguém com esse tipo de sangue, até que acharam um judeu com o mesmo tipo. Aí o judeu disse que doava o sangue já que era para salvar uma vida, então lá foi ele doar. No dia seguinte, o judeu foi visitar o cara para ver se ele estava bem. Chegando lá, o ricaço disse: — Cara, eu te amo, você salvou minha vida... (e aquelas baboseiras de sempre)... Olha, vamos fazer o seguinte: eu tenho uma casa nesse endereço (ele disse, dando um papel…
Um belo dia estavam reunidos um judeu, um turco, um português e um argentino prontos para irem à zona.
Logicamente todos sabem para quê, porém:
O turco foi lá para cobrar o aluguel!
O judeu foi lá para vender roupas íntimas.
O português foi lá para visitar sua irmã!
E o argentino foi visitar sua mãe!!
Um argentino, um judeu e um indiano estavam perdidos numa cidadezinha quando encontraram uma fazenda. Perguntaram ao dono da fazenda se poderiam passar a noite no quarto de hóspedes. Mas o fazendeiro disse: — No quarto de hóspedes cabem apenas duas pessoas, algum de vocês dormirá no estábulo. Imediatamente o judeu prontificou-se para dormir no estábulo. No meio da noite, o argentino e o indiano ouviram a porta bater. Era o judeu: — Me desculpem, mas não posso dormir no estábulo, porque lá dormem os porcos e o porco é um animal impuro. A minha religião…
Em uma entrevista para uma revista importante, o repórter, já exausto de tantas perguntas e sempre com respostas evasivas, tenta o tiro de misericórdia.
— Sr. judeu, por que todas as perguntas que eu lhe fiz o senhor respondeu com uma nova pergunta, sempre de forma evasiva?
Então responde o judeu:
— Caro repórter, e por que não?
— O por favor me dá para comer.
O judeu responde:
— Antes, para os conflitos.
Qual a diferença do judeu e da pizza?
A pizza não grita pra entrar no forno.
Um turco pediu dinheiro emprestado para um judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer e, por outro lado, o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passava-se o tempo e o turco enrolando e se escondendo do judeu, e este na captura do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou outra saída: pegou um revólver, encostou na sua cabeça e disse: — Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida! E puxou o gatilho, caindo…
Um português, um judeu e um árabe iam ser mortos na cadeira elétrica. Aí chega o árabe para ser morto e diz:
— Alá, Alá, Alá.
Ele senta na cadeira, aí não acontece nada. Ele volta para a cela. Aí vai o judeu e fala a mesma coisa. Ei, não acontece nada quando ele senta. Aí chega o português e fala:
— Alá, Alá, Alá, a tomada desligada.
Um turco pediu dinheiro emprestado para um judeu. Acontece que o turco se gabava de nunca ter pago uma dívida sequer, e por outro lado o judeu nunca havia perdido nenhum centavo em transação alguma. Passava-se o tempo e o turco enrolando e se escondendo do judeu, e este na captura do turco. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco, encurralado, não encontrou outra saída, pegou um revólver, encostou na sua cabeça e disse: — Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida! E puxou o gatilho, caindo…