Naquela rua tinha uma muda (que escuta mas não fala), super gostosa, mas não dava mole pra ninguém. Um gago chamado Jorge apostou com os amigos que conseguiria faturar ela. Então chegou até ela e perguntou: — MUMUDA, VC QUEQUE APRENPRENDER A FAFALAR? Ela balançou a cabeça dizendo que sim. — ENENTÃO VAVA AMAMANHA NA MIMINHA CACASA A NONOITE. No outro dia, na casa do gago, os amigos dele se esconderam e a muda chegou toda gostosa. — MUMUDA, PRA VOVOCE AAPRENPRENDER A FAFALAR VOVOCE TEM QUE FAFAZER TUTUDO QUE EU MANMANDAR, CERCERTO. Ela balançou a cabeça…
Era uma vez um homem gago e outro que não era gago. O que não era gago disse para o gago: — Gago, vai comprar abacaxi, pirarucu e ameixa. O gago foi na feira e falou para a mulher da barraca: — Abaxaí, vrateucú e não se meixa!
O gago chega em Fernando e diz: — Ferfernannandododo, tetenhonho umaumaaa nonoticicia ururgentete praprapra tetete concontarar. — Vai logo, gago. — Gago quando canta não gagueja. — Tatata cercertototo. — Olé, olé, olé, olá, tua mãe morreu, amanhã vai enterrar.
Havia no centro da cidade um gago que ajudava a todos de seu prédio. Pintava um problema, o gago ajudava. Certo dia ligaram meia-noite na casa do gago para falar que a mãe de seu vizinho havia falecido. O gago então foi dar a má notícia ao vizinho. Chegando lá, tocou a campainha repetidas vezes até que uma hora seu vizinho apareceu perguntando: — O que foi, gago? E o gago respondeu: — A suu suu a a a mãã e... Sem paciência, o vizinho disse: — Para, gago! Canta, porque gago quando canta não gagueja. Então o gago cantou: — O le le ô lala, sua mãe morreu, amanhã vão enterrar!
A mãe do gago foi matricular o seu filho na escola e falou para a diretora: — Vim matricular meu filho aqui, mas tem um problema: ele é gago. — Mas ele é gago sempre? — Não, só quando ele fala.
Um homem que era gago vendia amendoim nas ruas. Certo dia, o gago foi vender amendoim na porta da igreja. O padre estava rezando uma missa. Quando este disse "amém", o gago disse logo em seguida: — Do..do..doim.
O gago, depois de muito tempo, encontrou um amigo de infância, apresentou sua mulher, que era gaga também. Vendo que o filho não era gago, o amigo perguntou: — Me diga uma coisa: você é gago, sua mulher é gaga, e seu filho não nasceu gago. Como é isso? O gago respondeu: — Eu faço filho é com a língua ou com o pênis?
O gago e o ceguinho estão andando pela praça, quando o gago disse: — Você vi-vi-viu? E o ceguinho: — O quê? O gago: — U-uma lo-lo-loirassa que acabo-bou de pa-passar po-por nós. O gago: — Você vi-vi-viu? O ceguinho: — O quê? O gago: — U-uma mo-morenassa que a-acabou de pa-passar por nós. O gago: — Você vi-vi-viu? O ceguinho, já cansado dessa história, disse: — Vi sim, e daí? O gago: — Enta-tão po-por que você pi-pisou?
O cego e o gago estavam à noite na rua, tudo bem escuro, aí o cego falou: — Ei, gago, eu quero cagar, onde a gente tá? O gago disse: — A gente tá no meio da pista, quando vinher o carro tu me avisa. Quando veio o carro, o gago fala: — La, la, la, la... Quando o carro atropelou o cego, o gago disse: — Lascou-se.
O sujeito chega ao hotel e a recepcionista pergunta seu nome: — Al-fe-fe-feu Si-si-sil-va. — Desculpe, eu não sabia que o senhor era gago. — Que gago coisa nenhuma. Quem era gago era o meu pai e o escrivão, um bom filho da mãe!
O sujeito chega ao hotel e a recepcionista pergunta seu nome: — Al-fe-fe-feu Si-si-sil-va. — Desculpe, eu não sabia que o senhor era gago. — Que gago coisa nenhuma. Quem era gago era o meu pai e o escrivão, um bom filho da mãe!
Um gago e alguns amigos estavam em uma selva africana quando o gago disse: — Hip... Hip...! — Urra! — todos disseram. — Hip... Hip... — Urra! E passou uma manada de hipopótamos e matou todos.
Um dia um gago viu um cego e disse: — Eeeeu vvvvou ttttittttirar hhhoda cccom eeeste ccccego... ooooo ssssenhor qqquuueeerr que eu aaajude oooo ssssenhor a aaaatravesar a rua. E o cego falou: — Quero. Rrrrrrruuuuuuuummmmbora. Vvvvvvvvvvvvocê viu? O cego: — O quê? E o gago: — Aquela loira que passou ali. O cego passou alguns minutos e o gago falou: — Não. Falou: — Vvvvvvvvocê viu? O cego: — O quê? O gago: — Aquela morena que passou? Disse o gago: — Não. Passou alguns minutos e o gago falou: — Vvvvocê viu? O cego já estava irritado e falou: — Vi! E o gago falou: — É por que pisou?