A diferença entre o juiz e o advogado!
P: Qual a diferença entre um advogado e um juiz de boxe?
R: O juiz não recebe mais por uma luta mais longa.
P: Qual a diferença entre um advogado e um juiz de boxe?
R: O juiz não recebe mais por uma luta mais longa.
Dizia o promotor:
— Vossa Excelência é um palerma!
Dizia um advogado:
— Vossa Excelência é um impostor!
E por fim dizia o juiz:
— Agora que ambos estão apresentados, vamos começar a sessão.
O cara foi condenado porque chamou a condessa de porca. A condessa, bravíssima, o condenou. No julgamento, ele falou para o juiz:
— Seu juiz, o senhor me condenou porque eu chamei a condessa de porca.
— Certo. — responde o juiz.
— Se eu chamasse uma porca de condessa, iria ter problema? — questiona o cara.
— Não... — diz o juiz.
— OK... Tchau, juiz! Tchau, condessa!
O juiz:
— Onde mora o senhor?
O réu:
— Em casa do meu irmão.
O juiz:
— Bem. E onde mora o seu irmão?
O réu:
— Mora comigo.
O juiz:
— Bem. E onde moram vocês?
O réu:
— Moramos juntos!
O juiz:
— Ah! Vai pra puta que pariu!!!
Certo dia chegou um juiz na cidade que aparentava ter uns 25 anos, e foi cumprimentado por um caipira. — Olá, Sr. juiz, que bom ter o senhor aqui. Só tem um problema: quando quiser afogar o ganso é só ir para a beira do rio. O juiz, mantendo a pose, disse: — Não será preciso. Passando-se três meses, o juiz, já não aguentando de tanto tesão, colocou sua melhor roupa e foi para a beira do rio. Chegando lá, encontrou uma fila de homens e uma jumentinha. — Olhe o juiz, olhe o juiz! — abriram caminho, e então o juiz não perdeu tempo, arreou as calças e…
Um juiz, após ser aprovado num concurso público e nomeado para uma cidadezinha do interior, ao chegar lá foi logo avisado por um morador que lhe disse: — Doutor! Esta cidade é muito boa, mas só tem um problema. — Qual é? — pergunta o juiz. — Aqui não tem mulher, caso o senhor... — Não tem problema — respondeu o juiz. Passados alguns dias, o juiz começou a ficar impaciente, querendo afogar o ganso. Saiu andando pela cidade até chegar na margem de um rio, onde havia uma grande fila de homens e, lá na beira do rio, um jumento parado. O juiz não perdeu…
Do noticiário da televisão... Juiz: Qual sua idade? Velhinha: Tenho 86 anos. Juiz: No dia 1º de abril do ano passado, diga-nos, com suas próprias palavras, o que lhe aconteceu. Velhinha: Estava sentada no balanço de minha varanda, num fim de tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado. Juiz: Você o conhecia? Velhinha: Não, mas ele foi muito amável! Juiz: O que aconteceu depois? Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa. Juiz: A senhora o deteve? Velhinha: Não. Juiz: Por que não…
Um juiz foi transferido para uma cidade que só tinha homens. Como o juiz não levou sua companheira, ele rapidinho ficou doidinho para dar uma, então começou a pesquisar as mulheres da cidade e percebeu que na cidade só havia machos. Então ele perguntou para um amigo de trabalho: — Quando vocês querem dar uma, como vocês fazem? Então o amigo dele responde: — Você desce o morro e lá em baixo você pega a mulinha. O juiz pensou: eu pegar a mulinha! E ficou quieto mais uma semana. Na outra semana, perguntou para outro colega: — Quando vocês querem dar uma…
Juiz: Qual sua idade? Velhinha: Tenho 86 anos. Juiz: A senhora pode nos dizer com suas próprias palavras o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado??? Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim de tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado. Juiz: Você o conhecia? Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável... Juiz: O que aconteceu depois? Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa. Juiz: A senhora o deteve? Velhinha: Não. Juiz: Por que não…
Um certo rapaz havia se formado juiz e foi para uma cidadezinha no interior. Ao chegar, foi muito bem recebido pelos moradores da cidade. O mesmo se dirigiu para o escritório e foi aí que apareceu um cidadão e lhe disse: — Excelência, esta cidade é muito pacata, nunca tivemos problemas aqui, só que tem uma coisa: nós aqui não temos mulher. O juiz perguntou: — Como assim, não temos mulher? — Isso mesmo, não tem mulher nesta cidade, somente uma jumentinha. O juiz falou que não tinha problema, que isso era controlável. E aí foram passando dias, meses e…
Juiz: Qual é a sua idade? Velhinha: Tenho 86 anos. Juiz: A senhora pode nos dizer, com suas próprias palavras, o que lhe aconteceu no dia 1º de abril do ano passado? Velhinha: Claro, doutor. Eu estava sentada no balanço de minha varanda, num fim de tarde suave de verão, quando um jovem sorrateiramente senta-se ao meu lado. Juiz: Você o conhecia? Velhinha: Não, mas ele foi muito amigável... Juiz: O que aconteceu depois? Velhinha: Depois de um bate-papo delicioso, ele começou a acariciar minha coxa. Juiz: A senhora o deteve? Velhinha: Não. Juiz: Por que…
No tribunal: — Juiz: Então, minha filha, fala! O que aconteceu com você? — Moça: Eu tava voltando pra casa, chovia pra cachorro, quando aquele moço ali, o taxista, me ofereceu uma carona... — Juiz: Prossiga. — Moça: Ele me levou até uma rua deserta e arrancou minha blusa. — Juiz: Sim. — Moça: Chupou minhas tetas pra caralho! — Juiz: Sei! — Moça: Depois foi no final da rua e me amarrou naqueles estirantes... Nisso se ouve uma risadinha no fundo da sala. — Juiz: Silêncio, por favor! Prossiga, linda! — Moça: Então ele tirou o pau pra fora e socou na minha…
Tribunal do júri popular reunido: juiz, jurados, acusação, defesa, réu etc.
O juiz presidente, dando início ao júri, vira-se para o réu e pergunta:
— Nome?
O réu:
— Carlos da Silva.
Juiz:
— Então, Sr. Carlos da Silva, poderia nos responder: como o senhor matou a sua esposa, depois de flagrá-la em adultério?
O réu:
— A chifradas, Excelência. A chifradas.
O juiz, sem pestanejar:
— Então o senhor pode ir para casa, desde logo, está plenamente absolvido! LEGÍTIMA DEFESA!
Caso encerrado.
Um juiz foi transferido para uma pequena cidade do interior do Nordeste. Só que a cidade era tão simples e pequena que não tinha mulheres, só homens. Um de seus moradores chegou perto do juiz e disse: — Meritíssimo, como o senhor já notou, aqui nesta cidade não há mulheres, mas se, qualquer hora dessas, pintar aquela vontade, só tem uma alternativa: é que aqui perto tem uma pequena mula e... O juiz logo interrompeu o homem e já foi falando: — Você tá louco?! Olha o respeito... Eu sou um homem de respeito, um juiz! Só que se passaram alguns meses e o…
Um brasileiro, um japonês e um português num campeonato de quem consegue passar pelo cabo de aço.
Primeiro foi o brasileiro. Na metade do trajeto:
— Juiz, minha mão tá ardendo.
— Assopra.
Aí o brasileiro cai do penhasco.
Vai a vez do japonês:
— Juiz, minha mão tá ardendo.
— Assopra.
Aí o japonês cai também.
Chegando a vez do português:
— Juiz, minha mão tá ardendo.
— Assopra.
— Ah, você acha que eu vou cair nessa?
Aí o português dá o dedo pro juiz e cai também. ;x
O japonês chega no cartório para registrar seu primeiro filho. O juiz pergunta a ele qual vai ser o nome da criança. O japonês responde: — Vai se chamar Humberto. Novamente o japonês vai ao cartório, agora ele quer registrar seu segundo filho. O juiz pergunta qual vai ser o nome. O japonês responde: — Vai se chamar Doisberto. O juiz estranha, mas registra do mesmo jeito. Lá está novamente o japonês no cartório, querendo registrar seu terceiro filho. O juiz novamente pergunta qual vai ser o nome da criança. O japonês responde: — Esse vai se chamar…
Certo cliente, aborrecido porque seu processo estava há três anos emperrado, pergunta a seu advogado:
— Dr., se eu mandar um porco pro juiz, ele defere meu processo?
— Você é louco! Este juiz é muito severo; se você mandar-lhe um porco, ele vai inverter o processo para o outro lado!
Passados dois dias, o advogado liga para seu impaciente cliente:
— Parabéns! O juiz deferiu seu processo a seu favor!
— Eu não disse, doutor, que o porco resolvia?!
— O quê? Você mandou um porco pro juiz?
— Sim, mas foi em nome da outra parte.
Um rapaz chegou no cartório de registro de nascimento e disse para o juiz:
— Sr. Juiz, preciso mudar meu nome. Já sou maior de idade e quero mudar meu nome, não aguento mais todos rirem da minha cara!!!
O juiz falou:
— Veja bem, não é assim. Eu preciso de uma justificativa para estar fazendo sua mudança de nome. Qual é o seu nome?
— Meu nome é João Bosta, o juiz! — respondeu o rapaz.
— É realmente com esse nome, é admissível trocar o nome. E para qual nome você pretende mudar?
— Sebastião Bosta.
Num concurso do cú sensível, três bichas foram classificadas para a final. A primeira foi a bicha loira: o juiz tampou os olhos dela, mandou arreganhar o cú e botou um canudo grosso e vermelho, e perguntou: — O que é isso? A bicha respondeu: — É um canudo grosso e vermelho. E o público aplaudiu. Agora a segunda bicha: o juiz tampou os olhos dela, mandou arreganhar o cú e botou um lápis preto semiapontado, e o juiz perguntou: — O que é isso? Ela respondeu: — É um lápis preto e semiapontado. E o público aplaudiu. O juiz, rodeado de amigos, resolveu…
No tribunal, o juiz pergunta ao réu:
— No momento do furto, o senhor não pensou na sua mulher, na sua filha?
— Pensei sim, Dr. Juiz, mas na loja só tinha roupa para homem.
Pergunta o juiz para o réu:
— Por que é que você está me contando uma versão completamente diferente da de ontem?
E o réu diz:
— Porque ontem o meritíssimo juiz não acreditou em mim.
Um juiz estava apitando uma partida de futebol quando, de repente, ele tropeçou em um buraco no campo e se machucou.
Entrou o juiz reserva.
Qual é o nome do filme?
Mudança de árbitro.
Três pessoas foram para a detenção, sendo um brasileiro, um americano e um português. Chegando lá, eles foram cada um sentenciado a cumprir cada um a pena de quarenta anos de prisão. Então o juiz fez uma proposta onde cada um poderia escolher algo onde eles poderiam cumprir a pena felizes, porque eram muitos anos que eles teriam que cumprir. Primeiro foi o brasileiro: o juiz perguntou o que ele queria, e o brasileiro satisfeito respondeu: — Mulheres, muitas mulheres. E depois foi a vez do americano: o juiz perguntou o que ele queria, e o americano…
No tribunal, o juiz pergunta ao réu:
— No momento do furto naquela loja de roupas, o senhor não pensou na sua mulher, na sua filha?
— Pensei sim, Dr. Juiz, mas na loja só tinha roupa para homem.
O português foi ao cartório e falou com o juiz para mudar seu nome, que era muito feio, e o juiz perguntou:
— Qual é seu nome?
— Joaquim Bosta.
— E o senhor quer mudar para...?
— Manuel Bosta.
Três pessoas morreram. Quando chegaram no julgamento final, o juiz perguntou à primeira pessoa:
— Você morreu de quê?
Respondeu:
— De hepatite.
— Me mostre.
Pegou, arrancou um pedaço da orelha e deixou lá.
O juiz:
— O próximo!
Lhe perguntou:
— Você morreu de quê?
Respondeu:
— De tuberculose.
— Me mostre.
Pegou, deu uma escarrada e deixou lá.
O juiz:
— O próximo!
— Você morreu de quê?
Respondeu:
— De fome.
— Me mostre.
Pegou a orelha, botou catarro e comeu.
Uma mulher e um marido, após se divorciarem, estavam no tribunal discutindo a guarda do filho. O juiz:
— O que a senhora tem a dizer?
— Bom, seu juiz, eu que alimentei essa criança durante 9 meses com o meu sangue, a protegi com a minha barriga durante 9 meses, amamentei-a com o meu leite... Eu acho que eu mereço a guarda dessa criança...!
O juiz:
— É... Tem razão... E o que o senhor tem a dizer?
O marido pensa, pensa, pensa... Até que responde:
— Seu juiz... Imagine uma máquina de refrigerantes... Você vai lá e coloca uma fichinha... A latinha que cair, é sua ou é da máquina?
As finais de uma competição que consistia em decidir qual era a polícia mais eficiente do mundo estavam na final: o FBI, a Interpol e a Décima Terceira DP do Rio. A competição consistia em procurar um coelho branco na mata (que o juiz soltara) e trazê-lo vivo o mais rápido possível. Primeiro vai o FBI: o juiz solta o coelhinho e logo já tem helicópteros, radares e cerca de 700 homens à procura do pobresinho. Em 30 segundos o coelho está na mão do juiz. Depois vai a Interpol: o juiz solta e 200 homens com lunetas e cachorros acham o coelho em 20…
Um advogado foi oferecer propina a um juiz de modo muito sutil, propondo da seguinte maneira:
— O senhor já viu R$ 10.000,00?
E o juiz:
— R$ 10 mil já, eu ainda não vi R$ 100.000,00!
Em uma partida de futebol, haviam muitas trocas de juízes ao longo do jogo. A cada 5 minutos o juiz era substituído por outro juiz, sem mais nem menos. Qual é o nome do filme?
R: Mudança de Árbitro