Pssssiiuuuuuuu
Uma mulher estava tendo filhos.
Nasceu o primeiro bebê.
O médico bateu, bateu.
Levaram o bebê.
Logo depois a enfermeira ouviu: psiu, psiu.
Depois ela olha para a perna da mulher.
O bebê diz:
— O carinha que bate ainda está aí.
Uma mulher estava tendo filhos.
Nasceu o primeiro bebê.
O médico bateu, bateu.
Levaram o bebê.
Logo depois a enfermeira ouviu: psiu, psiu.
Depois ela olha para a perna da mulher.
O bebê diz:
— O carinha que bate ainda está aí.
Era uma vez um "Shopping Center de Maridos", onde as mulheres podiam escolher o seu marido entre várias opções de homens. O shopping tinha cinco andares, sendo que a qualidade dos homens crescia nos andares mais altos. A única regra era que, uma vez em um andar, não se poderia mais descer — deveria escolher um homem do andar, subir ao próximo ou ir embora. Então uma dupla de amigas foi até o shopping. PRIMEIRO ANDAR Um aviso na porta dizia: "Os homens deste andar trabalham e gostam de crianças". Uma das amigas disse para a outra: — Bem, é melhor do que…
Tinha uma família lotada de viado. Aí o pai, todo orgulhoso, passou pela rua, aí o filho dele falou:
— Esse aí é o único que não é viado. Só quando bebe. Mas bebe, mas bebe, até quando está trabalhando com os homens.
Um dia o gago estava na feira vendendo um papagaio. O menininho chegou e perguntou:
— Esse papagaio come carne?
— Come, esse papagaio come arne.
— Sim, então tá aí.
O menino passou, mas umas dez vezes perguntou se o papagaio comia carne. Aí, quando o menino perguntou se o papagaio comia carne, o gago respondeu:
— Come, ele come arne, sim, come até o cu da mãe, se der.
O menino foi lá e contou para o pai dele. O pai foi reclamar, chegou lá e falou:
— Que negócio é esse de falar que o papagaio come até o cu da mãe?
— Da sua você não entendeu, da mãe dele, do papagaio.
Dois compadres conversando.
— É, compadre João, como que vão seus filhos?
— Os três tão bom, compadre Lau, mas não tô gostando desta tal modernidade deles.
— Por que, compadre?
— É que o mais velho dá, dá, dá, dá, dá que uma beleza.
— É, compadre, mas essa modernidade é assim mesmo. E o do meio, como é que vai?
— Também vai bem, mas dá, dá, dá, dá, dá que uma beleza.
— É, compadre, ainda bem que nós não acompanhamos essa modernidade. Mas e o Cassula?
— Ah, compadre, esse aí só dá quando bebe.
— Tá vendo, compadre? Pelo menos esse aí não acompanha essa modernidade, né?
— É, compadre, mas o infeliz bebe, bebe, bebe, bebe, bebe que uma beleza.
Um baiano conversava com um professor de português. No final da conversa, o baiano se assusta, arregala os olhos e respira com dificuldade. Um mineiro desaviado chega e pergunta ao baiano:
— Uai, sô, que trem é esse?
E o baiano:
— Oxente, sabia você que esse indivíduo consegue falar uma frase inteira sem pronunciar uma única consoante?
E o mineiro:
— Uai, é, ó?
Um dia Bruno foi no cinema ver um filme de prostitutas (de safadeza). Todos os homens começaram a "bater punheta". Ele estava lá atrás e tinha um homem que estava "batendo punheta" e começou a dormir, mas o pinto desse homem era muito grande e alto, o Bruno que o diga! O Bruno começou a reclamar com o homem, mas o homem estava dormindo e nem escutava. O Bruno chegou perto do homem e disse:
— Cara, eu vou contar até 3, se tu não sair da frente eu vou te forçar: 1, 2, 3, já passou dos limites — disse Bruno.
E começou a enfocar o pinto do homem, até que começou a gozar, então Bruno disse:
— Ah, tu chora, é? Tu chora.
Um casal de manetas teve um bebê.
Qual o nome do filme?
Ninguém segura esse bebê.
Um bêbado chega num bar com um copo de cerveja e fala:
— Parei de beber! Parei de beber!
O dono do bar fala:
— Que mau, chapa. Há quanto tempo você parô?
O bêbado responde:
— Depois de amanhã vai fazer dois dias!
Um dia Joãozinho estava chorando no canto da sala, até que a professora vai até ele e fala:
— Joãozinho, para de chorar. Quando é pequeno e chora muito, quando cresce fica uma pessoa feia.
Aí Joãozinho fala:
— Então você deve ter chorado muito quando era pequena!