Profissão perigo
Um português estava numa rua escura às 22h, de repente ele vê um homem que se aproxima e fala:
— Ei, mané, eu tô aqui esperando uns amigos pra roubar um banco. Já que tu tá de vacilo, eu vou comer teu rabo pra tu aprender a não ficar a esta hora pela rua.
Botou a arma na cabeça do português, que, sem jeito, deixou a bunda à disposição do marginal. Depois de 5 minutos apareceu o segundo ladrão e falou:
— Que isso, cara, tu é viado? — perguntou o segundo.
— Não, porra, tô só passando o tempo enquanto espero a galera — respondeu o primeiro.
— Taí, chei uma boa ideia. Aí, portuga, me faz um boquete.
O português, sem poder fazer nada, começou o boquete no meliante. Daí a pouco chega o terceiro e o quarto assaltantes.
— Porra, me chamaram pra um assalto ou pra um bacanal? — perguntou o terceiro, sem saber o que acontecia.
— Pô, vocês demoraram e a gente está comendo ele enquanto esperamos.
— Vamos aproveitar também — falou o quarto homem. — Aí, portuga, bate uma punheta com cada mão em cada um dos meus amigos.
O português ficou naquela situação: um pau no rabo, outro pau na boca e um pau em cada mão. Foi quando, mais do que depressa, o português apertou forte os paus que estavam nas mãos, mordeu o pau que estava na sua boca e deu uma chave de cú no que ali estava, e pelo canto da boca deu voz de prisão:
— Vocês estão todos presos, polícia secreta.
