Sua mulher ou seu cachorro?
Você está na sua sala, sua mulher bate na porta da frente e seu cachorro na porta de trás. Quem você deixa entrar?
R: Eu deixo o cachorro, porque pelo menos ele entra e fica quieto.
Você está na sua sala, sua mulher bate na porta da frente e seu cachorro na porta de trás. Quem você deixa entrar?
R: Eu deixo o cachorro, porque pelo menos ele entra e fica quieto.
O garoto chegou para a mãe dele e disse:
— Mãe, o moleque na escola me chamou de fresco!!!
— E você deixou quieto? — perguntou a mãe.
Ele respondeu:
— Ah, não! Pensei duas vezes, dei com a minha bolsinha na cara dele.
A professora pede aos alunos que escrevessem uma frase que o irmão ou primo, o pai e a mãe tinham dito. Em casa, o Joãozinho encontrou a mãe e perguntou: — Mãe, fala algo? — Fique quieto!!! — respondeu a mãe. Joãozinho encontrou seu pai, que estava cantando, e: — Pai, fala algo? — Se você for, me leva junto!!! — respondeu o pai. Joãozinho encontrou o irmão e disse: — Maninho, fala algo? O irmão de Joãozinho estava jogando um jogo do Batman e disse: — Batman, Batman!! Na escola, a professora disse: — Começa, Joãozinho. — Fique quieto! — Joãozinho, eu…
A cada etapa da vida o homem se parece com um animal diferente. Vejamos:
Dos 12 aos 15 — Macaco — vive descascando a banana.
Dos 16 aos 20 — Girafa — só come brotinhos.
Dos 21 aos 30 — Urubu — come tudo o que aparece.
Dos 31 aos 40 — Águia — escolhe o que vai comer.
Dos 41 aos 50 — Papagaio — fala mais do que come.
Dos 51 aos 60 — Condor — vive com dor aqui, com dor ali.
Dos 61 aos 70 — Cigarra — canta, canta, não come nada e só enche o saco.
Dos 71 aos 80 — Lobo — anda atrás da chapeuzinho vermelho, mas só come a vovozinha.
Dos 81 em diante — Pombo — só faz sujeira.
Dois caipiras se encontram e um diz:
— Oh, cumpadre, ontem eu tava na cidade, quando um home colocou uma arma na minha cabeça e disse: ou dá ou morre.
— E ocê deu, cumpadre?
— Não, eu morri!
Certo dia, a mãe de Joãozinho ia ao dentista. Quando ela ia saindo, ele pergunta:
— Mãe, posso ir com você?
— Pode não, menino, fica em casa que eu não vou demorar.
Mas ele queria ir de qualquer jeito, então se escondeu no porta-malas do carro.
Quando sua mãe entrou no consultório, Joãozinho olhou pelo buraco da fechadura e começou a cantar:
— Dentista filho da puta, vive enganado, a gente vai perguntar pro papai se no cu da mamãe tem dente.
Um americano, um brasileiro e um português sobreviveram a um naufrágio. Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha. — Uhuuuu! Estamos salvos! — gritaram. Logo que chegaram a tal ilha, perceberam que a mesma era habitada por nativos pouco amigáveis. Então foram tentar conversar com eles: — Oi, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam nos ajudar? — Não, vocês não podem ficar aqui. (Detalhe... os nativos eram poliglotas.) — Mas, por favor... — choramingavam — deixe-nos ficar... vamos morrer se não nos deixarem ficar... por favor! — Tudo bem…
Um americano, um brasileiro e um português sobreviveram a um naufrágio. Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha. — Ufa! Estamos salvos! — gritaram. Logo que chegaram, perceberam que a ilha era habitada por nativos pouco amigáveis. Foram então tentar conversar com eles: — Oi, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam nos ajudar? — Não, vocês não podem ficar aqui (detalhe... os nativos eram poliglotas). — Mas, por favor — choramingavam —, deixem-nos ficar... vamos morrer se não nos deixarem ficar... por favor! — Tudo bem, tudo bem, mas…
O açougueiro, querendo ser simpático com a cliente:
— Conheci o seu primeiro marido, minha senhora! Ele era um homem extraordinário, tinha um caráter admirável. Pena que morreu tão cedo!
— É mesmo — suspira a freguesa. — Meu segundo marido vive dizendo a mesma coisa!
Na roça chega o cumpadre e pergunta ao dono da roça como vai a sua mulher, aquela doidinha.
Ele respondeu:
— Não te interessa, suma daqui!
Aí o outro, quando estava longe, gritou:
— Olha o marido da astronauta, que vive no mundo da lua!
Ele pensou: astronauta? Vem de astronomia, quem mia é gato, gato bebe leite, quem dá leite é a vaca... E gritou:
— Volta aqui, desgraçado, minha muié não é vaca!
Um americano, um brasileiro e um argentino sobreviveram a um naufrágio. Eles nadaram, nadaram, até que chegaram a uma ilha. — Ufa! Estamos salvos! — gritaram. Logo que chegaram a tal ilha, perceberam que a mesma era habitada por nativos pouco amigáveis. Então foram tentar conversar com eles: — Oi, somos sobreviventes de um naufrágio. Poderiam nos ajudar? — Não, vocês não podem ficar aqui (detalhe: os nativos eram poliglotas). — Mas, por favor — choramingavam —, deixem-nos ficar, vamos morrer se não nos deixarem ficar... por favor! — Tudo bem, tudo bem…
Um belo dia, o genro recebe a notícia inesperada:
— Querido, a mamãe morreu.
Com essa notícia, ele fica arrasado. No velório da velha, todos choraram, até ele. No enterro, fez questão de segurar a alça do caixão, mas, de repente, o filho tropeça e deixa o caixão cair.
Naturalmente, a velha levanta, boceja e sai andando.
Dias depois, a velha empacota de vez. Já no enterro, ele segura novamente a alça e diz bem alto:
— Puta que pariu, segura essa merda direito, pelo amor de Deus!
— Lembra do seu Renato?
— Lúis Renato Santos, que tem diabetes e pressão alta?
— Esse mesmo!
— Aquele com colesterol alto, começo de cirrose e gastrite?
— O próprio!
— Aquele paciente inchado que vive à base de soro?
— Pois é... morreu!
— Coitado, tão cheio de saúde!
Dois amigos lá da boa terra conversando muito chateados:
— Olha lá tu, não vês que o brasileiro é um ignorante, vive dizendo que nós portugueses só nos chamamos Manoel e Joaquim. Não é uma besteira, Joaquim!?
— É um espanto, Manoel, é um espanto!
São três irmãos: um já morreu, o segundo vive entre nós e o terceiro mandou avisar que logo vem.
Quem são eles?
R.: O presente, o passado e o futuro.
Quantos animais Moisés colocou na arca?
R.: Nenhum. Foi Noé que colocou.
Uma pessoa normal morre quantas vezes?
R: Alannis Morrisete
Aconteceu um acidente na escola. Joãozinho queria saber quem morreu. Pensando, disse:
— Eu tenho que saber quem morreu.
Aí ele teve uma ideia:
— Vou dizer que sou da família.
Aí, quando chega lá, é um burro que morre no acidente.
O que uma loira pobre, que mora debaixo de uma ponte perto do rio Tietê, em São Paulo, com gripe e com sede, faz?
Vai debaixo da chuva para beber água, e morre. Mas por que ela morre?
Porque a água estava poluída.
Pobre infeliz!
Estavam certo dia dois amigos discutindo.
O mais jovem indagava o outro:
— Escuta, Mário, sogra é uma porcaria, onde eu vou minha mulher leva a jararaca atrás, como é que você diz que sogra é algo muito importante?
— Olha, José, quando eu vou no motel com minha secretária, eu digo: querida, vou ver sua mãe, deixo minhas coisas na casa da velha e vou para o motel, pois a velha vive dormindo.
Joãozinho tinha um trabalho para a escola. Ele tinha que escrever o que a mãe, o pai e o irmão tinham dito. A mãe dele estava lendo uma revista e Joãozinho disse: — Mãe, fala alguma coisa. Ela respondeu: — Fique quieto! Joãozinho escreveu em seu caderno. Chegou a vez do pai. — Pai, fala alguma coisa. E o pai dele estava cantando: — Se você for, me leva junto! E ele escreveu a frase em seu caderno. Depois foi a vez do irmão. Ele estava jogando um game do Batman e disse: — Batman, Batman! Joãozinho então foi para a escola, e o professor falou: — Começa…
Um certo dia, um cachorro estava correndo atrás de um gato, que por sua vez corria atrás de um rato. O rato, para escapar do gato, entrou num buraco, e o cachorro não conseguiu acompanhá-los. Então o gato começou a enfiar as patas no buraco para pegar o rato, e o rato, quieto. Depois de várias tentativas, o gato ficou ao lado do buraco, quieto, e o rato começou a ouvir um latido: au! au! au! Aí o rato pensou: o cachorro chegou, o gato correu, posso sair. O rato então saiu, e o gato o agarrou!
— Epa, espere aí — falou o rato. — Não tinha um cachorro aqui?
— O meu amigo, nesse mundo globalizado, quem não fala duas línguas passa fome.
Um cara correndo em seu carro na estrada passa por uma mulher que vem em sentido contrário e grita:
— Porco.
E ele, irritado, grita:
— Vagabunda.
Quando, neste exato momento, bate o carro em um porco, capota e morre.
Um dia o japonês chegou no restaurante e disse: — Ei, moço, qual o prato principal? O moço respondeu: — É calmã. Então o japa perguntou: — Mas o que é calmã? O homem respondeu: — É testículo de boi. Quando o boi morre na tourada, eles trazem os testículos do boi pra gente fazer. O japa disse: — Eu não quero não. Depois do homem insistir muito, ele disse: — Então traz aí. Quando o homem trouxe, ele disse: — Que gostoso! Ele passou a vir comer todos os dias. Quando foi um dia, ele pediu os testículos e estavam bem miudinhos. Aí o japa perguntou: — Por…
O gaúcho estava dentro de um ônibus municipal, quando de repente entram dois ladrões armados e roubam todos os pertences dos passageiros, e voltam até a cabine do motorista e diz:
— Vou comer o cu de todo mundo aqui e vou começar pelo motorista.
E o motorista, assustado, diz:
— Não vai comer o meu cu e nem o dos passageiros, vou bater o ônibus ali naquele muro.
Foi quando o gaúcho, enfurecido, levantou-se e disse ao motorista:
— Fica quieto aí, tchê, que de assalto você não entende nada.
O pai, achando que o filho era bicha, procurou um psiquiatra recomendado. — Doutor, quero que o senhor entreviste o meu filho para eu poder viver sossegado! — Chame seu filho! — Bom dia, doutor. — Bom dia, qual o seu nome? (E o pai ouvindo.) — É Carlos. — Qual o seu número predileto? — É 11. — Qual seu animal predileto? — É o jacaré. — E você quer se formar em quê? — Em juiz! O pai, aliviado, disse: — Ai, doutor, pensei que ele fosse dizer que o seu número predileto fosse 24, que o animal fosse carneirinho e que quisesse ser cabeleireiro. Ufa, que bom…
O que é, o que é: nasce grande e morre pequeno?
O que é, o que é: nasce grande e morre pequeno?
O que é o que é: nasce grande e morre pequeno.
O que é, o que é: nasce grande e morre pequeno?
Diziam que, no mundo inteiro, não havia ninguém mais flamenguista do que ele. O homem envelheceu e ficou muito doente. Estava nas últimas. Somente mais alguns dias de vida. Mandou chamar o filho mais velho e falou: — Filho, vá até São Januário para mim. Tire uma carteirinha de sócio do Vasco para o seu velho pai e compre uma camisa do Vascão. O rapaz não entendeu nada, mas foi. Voltou para casa com a carteirinha e a camisa. Quando o velho viu, deu aquele sorriso! Tirou a camisa do Mengão, vestiu imediatamente a do Vasco, agarrou a carteirinha junto ao…
Ler a piada completa: Flamenguista morre e leva vascaíno junto →