Gato
Numa casa havia um gato chamado Tido, que sempre dormia num cesto. Um dia, seu dono foi procurá-lo de manhã, mas não o achou. Qual o nome do filme?
O Cesto Sem Tido.
Numa casa havia um gato chamado Tido, que sempre dormia num cesto. Um dia, seu dono foi procurá-lo de manhã, mas não o achou. Qual o nome do filme?
O Cesto Sem Tido.
Um menino tinha um gato chamado Tido.
Todo dia, antes de dormir, o menino ia ao cesto para ver se o Tido estava lá.
Um dia ele foi até o cesto e o gato não estava lá.
Qual é o nome do filme?
R: O cesto sem Tido.
Como se faz para adivinhar se um cachorro foi atropelado ou um argentino? A do cachorro tem marca de freada.
O português queria se ver livre do gato que tinha em casa, e a Maria sugeriu que ele colocasse o gato dentro de um saco e o levasse para bem longe. O português assim fez e voltou para casa, onde encontrou novamente o gato. A Maria, então, mandou-o levar o gato novamente para uma distância duas vezes maior, e o português assim fez. Quando chegou em casa, o gato estava lá novamente. A Maria sugeriu que ele fosse bem, bem mais longe, e o português saiu por uma estrada, subiu morros, atravessou florestas e rios e largou o gato por lá. Uma hora depois, toca…
Um mineiro tinha um gato que vivia na rua. Um dia, seu gato foi apreendido pela carrocinha, e o mineiro ficou desesperado. Então ele foi atrás dele.
Chegando lá, ele pediu para o homem para deixá-lo achar seu gato, então o homem disse:
— Aqui há centenas de gatos, creio que o senhor não irá achar o seu.
— Pode deixar que eu acho ele!!!
Daí o homem deixou ele entrar, então o mineiro saiu berrando:
— Béchano!!! Béchano!!!
Então o gato respondeu:
— Meau!!! Meau!!!!
Um amigo fala ao outro:
— Tenho um cachorro vascaíno.
— Como é que você sabe? — diz o outro.
— Quando o Vasco joga, ele late 3 dias sem parar.
— Então deve ser vascaíno mesmo!
— Precisa ver quando o Vasco faz um gol: late 4 dias sem parar.
— E quando o Vasco ganha?
— Não sei, meu cachorro tem apenas 3 anos.
A morena, a ruiva e a loira estão fugindo de um estuprador quando entram no meio de uma floresta. Chegando lá, havia três sacos, onde cada uma se esconde em um deles. O estuprador chuta o primeiro saco, onde está a ruiva, e ela mia, se fingindo de gato; então o estuprador chuta o segundo e a morena late, fingindo-se de cachorro. Finalmente o estuprador chuta o terceiro, onde está a loira, e ela grita:
— Batata, batata!
Joaquim chega em casa e logo vê um gato em sua garagem, imediatamente questiona Maria: — Que gato é este aí? — Aí, Joaquim, ganhei dos vizinhos!! Joaquim, nervoso, olha pela janela e vê o gato sobre seu carro, e logo decide dar um sumiço naquele gato. Pega o gato e joga dentro do carro, anda 10 quadras e deixa lá. Quando chega em casa, o gato estava lá (ora pois, que gato esperto). Novamente pega o gato, desta vez põe o gato em um saco preto e joga dentro do porta-malas (quero ver se volta agora sem ver o caminho), anda 10 quadras, vira à direita e…
Era uma vez um gato xadrez que cagou três vezes.
— A 1ª bosta era amarela, que representava os chineses.
— A 2ª bosta era preta, que representava os africanos.
— E a 3ª bosta era rosa, que representava os gaúchos.
Ao chegar em casa, Manoel recebe uma ordem de sua esposa, Maria: — Leve logo esse gato para longe de casa, que eu não aguento mais. Manoel logo pegou o bichano e, colocando-o dentro de uma sacola, partiu para bem longe. Quando voltou para casa, qual não foi sua surpresa quando viu o gatinho bem na sua porta! Pensou: — Ora pois, mas que gato sacana! Tornou a pegar o felino e, após ensacá-lo, tratou de levá-lo para mais longe ainda. Ao retornar, estava lá, já havia algumas horas, o gatinho que, toda vez que via o português, miava como se estivesse…
A professora brinca de fazer adivinhações. Indiferente, no fundo da sala, o Juquinha masca chiclete. A professora se incomoda, mas prossegue a aula:
— Tem pena e bota ovos... Lurdinha pode responder.
— Galinha, professora.
— Tem focinho e abana o rabinho... Izildinha, você agora.
— Cachorro, professora.
— Sobe no telhado e mia... Você, Artur.
— Gato, professora.
E o Juquinha lá, na dele, mascando chiclete. Aquilo foi, enfim, irritando tanto a professora que, não se contendo, diz:
— Levanta e cospe, Juquinha!
— Caralho, professora!
Um bêbado quase caindo entra no ônibus e começa a falar:
— Se meu pai fosse um gato e minha mãe fosse uma gata, eu seria um gatinho. Se o meu pai fosse um cachorro e minha mãe fosse uma cadela, eu seria um cachorrinho.
O cobrador de ônibus, já irritado com isso, gritou:
— E se o seu pai fosse um corno e sua mãe fosse uma égua?
O bêbado responde:
— Aí eu seria o cobrador de ônibus.
Tinha um cidadão que não aguentava chegar em casa e encontrar o gato em cima do sofá ou na cama. Um dia decidiu dar um sumiço no gato, soltando-o numa mata a um km de sua casa. Ao retornar em casa, já dá de cara com o gato de volta em seu sofá.
Pensando em ter um melhor êxito, para confundir o gato, fez o seguinte: colocou o gato em um saco, jogou-o no porta-malas do carro e deu várias voltas na cidade durante uma hora; depois soltou-o em um lugar afastado da cidade, entrou no carro e saiu.
Vinte minutos depois, sua esposa recebe um telefonema:
— Amor, o gato chegou em casa?
— Sim!
— Põe ele na linha, pois estou perdido!
A mulher do português tinha um gato que vivia em cima da poltrona preferida do português. Todo dia o portuga chegava em casa do trabalho e lá estava o gato na sua poltrona. Um belo dia, o portuga chegou em casa, vendo que o gato estava em cima da poltrona, catou o gato pelo rabo, enfiou no carro e saiu. Deu uma volta no quarteirão, soltou o gato e voltou para casa. Quando chegou em casa, lá estava o gato em cima da poltrona. Pegou o gato de novo, rodou o bairro todo e soltou. Quando chegou em casa, lá estava ele de novo. Já puto da vida, pegou o gato…
O bêbado entra no ônibus, senta ao lado do cobrador e diz:
— Se meu pai fosse um gato, minha mãe uma gata, eu era um gatinho.
— Se meu pai fosse um cachorro, minha mãe uma cachorra, eu era um cachorrinho.
— Se meu pai fosse um leão, minha mãe uma leoa, eu era um leãozinho.
O cobrador, muito irritado, perguntou:
— Se teu pai fosse um viado, tua mãe uma rapariga, o que tu era?
O bêbado diz:
— Um cobrador.
Num belo dia, numa cidade, ia ter um circo com várias atrações, e uma delas era o grande, o excepcional, esplendoroso, o magnífico, o singular, o espetaculoso, o único Gaaaliiinhaa Gaatooo. No dia seguinte, o circo estava lotado. O apresentador empolgadíssimo chamou a primeira atração e disse: — Agoooraa com voocess o graandee maalabarista! E o público aplaudiu. E o apresentador chamou a segunda atração: — Agoooraa com voocess o ele que veio para botar o circo a baixo com vocês, ôôôôôô, Homem Tocha! E o público não se contentou, começou a vaiar: uhhh…
Um negro e um cachorro foram atropelados na mesma estrada, um do lado do outro. Havia duas poças de sangue, como distinguir qual era a do negro e qual era a do cachorro? A do cachorro tinha marca de freada antes...
— Alô, é da polícia? Eu queria falar que tem um gato entrando na minha casa!
— O quê?
— É isso mesmo, um gato, aquele que faz miau miau!
— E daí?
— Socorro, polícia, rápido, ele vai me pegar, ahhh!
— O que está acontecendo, camarada?
— Rápido, polícia, rápido, por favor, socorro...
— Ah, mas quem é o louco que tá falando?
— É o papagaio!!!!!!!!!!!11
A professora brinca de fazer adivinhações. Indiferente, no fundo da sala, o Juquinha masca chiclete. A professora se incomoda, mas prossegue a aula:
— Tem penas e bota ovos... Francisca, pode responder.
— Galinha, professora.
— Tem focinho, abana o rabinho... Você, Carlos.
— Cachorro, professora.
— Sobe no telhado e mia... Isaura, você agora.
— Gato, professora.
E o Juquinha lá, na dele, mascando chiclete.
Aquilo foi, enfim, irritando tanto a professora que, não se contendo, diz:
— Levanta e cospe, Juquinha!
— Caralho, professora!
O maridão chega em casa de madrugada, da putaria, com a cara toda arranhada. Com medo de a esposa ver os arranhões, ele vê o gato dormindo em cima do sofá, pega o gato pelo rabo e começa a maior confusão. A esposa acorda assustada e pergunta para o marido o que era aquele barulho. O marido, por sua vez, falou que o gato estava louco e o atacou, arranhando todo o seu rosto. A mulher olhou para os arranhões e disse:
— Esse gato é um filho da puta mesmo; olha só a chupada que ele deu no meu pescoço.
Uma morena, uma ruiva e uma loira estavam fugindo de um policial e cada uma viu um saco, e as três se esconderam dentro dos sacos. O policial chutou o primeiro saco e a morena falou:
— Au-au!
E o policial pensou que fosse um cachorro. Chutou o segundo saco e a ruiva falou:
— Miau!
E o policial pensou que fosse um gato. Chutou o terceiro saco e a loira falou:
— Batata!
Para o policial pensar que teria chutado um saco de batata.
Joaquim tinha um gato de estimação que começou a lhe encher a paciência. Pois bem, resolveu sumir com o bichano. Um dia pegou o gato e levou-o até o próximo quarteirão da sua casa, e o gato voltou. No outro, levou o gato até o outro bairro e o felino voltou para casa de novo. Já sem paciência, pegou o animal, foi até a estação de trem e foi para a outra cidade, de lá pegou um metrô, desceu e tomou mais três ônibus, cruzou parques, avenidas e vielas até chegar num terreno baldio e soltar o gato, tomando o rumo contrário para voltar para casa…
Duas bichas estão conversando no meio da rua, quando de repente Bruna cai dentro do bueiro, quebrando os dois braços e as duas pernas: — Socorro, socorro, Mizy!!!!!! — Calma, mona, eu já volto. Toc, toc, toc, toc, toc (sons do salto da bichinha correndo). Ela vai e volta com uma corda na mão, joga no poço e grita: — Bruna, pega essa corda aí, mona. — Não posso, tô com os braços e as pernas quebradas... tô lascada, um bagaço... — Ora, crava os dentes na corda, sua boba. Bruna obedece e crava os dentes na corda, então Mizy puxa-a. Quando ela está quase…
O português odeia o gato da esposa e resolve dar um fim no coitado. Coloca o bichinho dentro de um saco, joga no porta-malas do carro e o abandona a 20 quadras de sua casa. Quando retorna, lá está o gato em frente ao portão. Nervoso, o português repete a operação e abandona o bicho a 40 quadras de sua casa. Quando retorna, novamente encontra o gato em frente ao portão. Mais nervoso ainda, pega o gato e anda 10 quadras para a direita, 20 para a esquerda, 30 para baixo, larga o bichano e diz: — Agora quero ver! Cinco minutos depois liga para a esposa: —…
Um homem está no cabeleireiro, quando olha para a rua e vê um funeral ali, e avista um cachorro em cima do caixão e uns 50 homens atrás dele, e pergunta:
— Quem morreu?
E o cabeleireiro responde:
— É a minha sogra.
— Mas como ela morreu?
— Aquele cachorro a matou.
— Ah, legal. E você me empresta este cachorro?
— Emprestar até empresto, mas você tem que esperar no fim da fila atrás daqueles 50 homens.
— E você me empresta este ca...
Certo homem queria dar fim no seu gato. Então pegou o gato e levou-o para bem longe. Quando estava chegando em casa, o gato já estava lhe esperando na frente de casa. O homem ficou com mais raiva ainda e então levou o gato para mais longe ainda. Quando estava chegando em casa, novamente o gato estava lá lhe esperando, abanando o rabo. Foi então que o vizinho da frente disse para levar o gato dentro de um saco, dar várias voltas com o gato e levá-lo mais longe ainda. Foi o que o homem fez, até que ligou para casa: — O gato já chegou? — perguntou para a…
Um amigo chegou na casa do outro e viu uma mulher morta em cima de uma mesa, e perguntou:
— Quem é essa mulher morta em cima da mesa?
O outro respondeu:
— É minha sogra.
O outro fala:
— Você não vai enterrar ela?
O outro respondeu:
— Não, quem enterra merda é gato.
Certo dia, um bêbado esperava um "Sussuarana" no ponto de ônibus. O tal aparece. E o bêbado sobe "a bordo". Então, começou a falar com o cobrador:
— Se meu pai fosse um gato, eu seria um gatinho! Se meu pai fosse uma pomba, eu seria uma pombinha! Se meu pai fosse um cachorro, eu seria um cachorrinho.
O cobrador, que já estava puto da vida, perguntou:
— E se seu pai fosse um viado?
O bêbado respondeu:
— Aí eu seria um cobrador de ônibus!
Um dia, uma mulher e seu marido iam fazer sexo. Enquanto o marido tomava banho, sua mulher dormia pelada. Debaixo de sua cama havia dois carrapatos que queriam explorar o mundo. Eles saíram e subiram nos seios da mulher. Um deles falou: — Nossa! Acho que estamos no Monte Everest! Continuando, eles chegaram no umbigo da mulher: — Encontramos um poço! Acho que tem água lá dentro! E continuaram... De repente, um falou: — Acho que chegamos na Mata Atlântica! E o outro: — Eu encontrei uma caverna! Eu vou entrar lá e você fica aqui vigiando. Enquanto isso, o…
— Você já ouviu a piada do gato?
— Não.
— Claro, gato não piá!