Uma velhinha, já com seus 90 anos, todas as noites ia ao cemitério e fazia um xixizinho no túmulo do seu ex-marido. O coveiro, já acostumado com o ritual, um dia, por curiosidade, perguntou à velhinha por que ela fazia aquilo todas as noites. Ela respondeu: — Ha ha ha, meu filho, a gente chora por onde sente saudades.
O brasileiro, o alemão e o português estavam de jipe no deserto até que uma hora acabou a gasolina e eles resolveram ir andando. Daí eles estavam um pouco longe e o alemão disse: — Peraí, que eu vou voltar no jipe para pegar uma coisa. E voltou com uma faca. O brasileiro ficou curioso e perguntou para que ele tinha pego a faca, e o alemão respondeu: — Se aparecer uma cobra, nós temos como nos defender. Mas para frente dali, aí o brasileiro também decide voltar pra pegar alguma coisa no jipe e volta com um galão de água caso eles tivessem sede. Bem…
Em um daqueles dias ensolarados, uma mulher negra entra com seu filhinho no colo e senta-se ao lado de um homem de pele clara. Devido ao calor, a mulher começa a abanar seu filho com um pedaço de papelão... O homem de pele clara fica observando, e a mulher abanando, o homem olhando, até que ele (confuso) diz: — Eta, carvãozinho ruim de pegar fogo, hein!
Num calor imenso, um motorista de ônibus sem nenhum passageiro andava em ruas desertas, até que aparece um homem acenando. O motorista, animado, pega e recebe o homem todo contente. O passageiro senta no chão. O motorista pergunta:
— Moço, troca de lugar? Tá tudo vazio, por que vai sentar no chão?
— Bom, moço, mas é que não tem ninguém pra trocar de lugar comigo...
O alemão, o brasileiro e o português estavam passeando de carro no deserto, quando o carro quebrou. O alemão disse: — Eu levo a barraca e a gente monta ali na frente. O brasileiro: — Eu levo a lanterna, pois vai estar muito escuro. O português: — Eu levo a porta do carro. E o alemão: — Por quê? Eles respondem: — Se fizer calor, a gente abre o vidro.
Certo dia um português esqueceu a chave dentro do carro e, quando ele vai tentar abrir, a mulher dele fala: — Isso, um pouco mais pra direita, não, não, agora um pouco mais pra direita, isso, agora é só puxar. Tac, finalmente o português abre o carro e novamente a mulher fala para o marido: — Aleluia, eu não aguentava mais esse calor aqui dentro.