Adivinha o que eu tenho na mão?
O Juquinha chegou escondendo as mãos atrás das costas, perguntou ao coleguinha:
— Adivinha o que eu tenho na mão?
— Não sei, o que?
Mostrou as mãos tortas e disse:
— Paralisia infantil.
O Juquinha chegou escondendo as mãos atrás das costas, perguntou ao coleguinha:
— Adivinha o que eu tenho na mão?
— Não sei, o que?
Mostrou as mãos tortas e disse:
— Paralisia infantil.
Um cara foi ter uma audiência com um conhecido deputado lá em Brasília. Chegando lá, foi recebido por um assessor que o tratou muito bem e o conduziu até o gabinete do político, mas quando chegou na porta o visitante percebeu que estava sem o seu relógio. Muito constrangido, falou ao deputado: — Excelência, o senhor não leve a mal, tenho certeza de que estava com o meu relógio e a única pessoa com quem falei foi o seu funcionário... O político pediu um tempo, saiu e voltou à sala com o relógio na mão. O cara, mais uma vez constrangido, desculpou-se: —…
P: Por que só 15% das mulheres vão pro céu?
R: Porque se fossem mais não seria o céu, seria shopping!
Na sala de aula a professora avisara a todos que no dia seguinte todos teriam que dizer uma cor! Joãozinho pensou em três cores: azul-piscina, amarelo-ouro e verde-limão. No dia seguinte a professora começou a chamar os alunos, todos começaram a dizer qual era a sua cor. Um deles falou azul-piscina, e Joãozinho pensou: — Puxa, só me restaram duas cores! Demorou um pouco e outro aluno disse amarelo-ouro. E Joãozinho: — Droga, só tenho o verde-limão. Joãozinho começou a falar bem baixinho: — Verde-limão, verde-limão. Até que a professora chamou um…
Tinha uma professora nova na escola do Joãozinho.
Ela entrou na classe já falando seu nome:
— Meu nome é Valgina, com um L no meio. Pois ela falou: não quero nenhuma gracinha sobre meu nome.
Então ela viu Joãozinho conversando e perguntou o nome dele:
— Qual é seu nome?
Ele respondeu:
— Joãozinho.
Então ela perguntou:
— Qual é meu nome?
Ele virou pro lado e viu o amigo dele fazendo um sinal de buceta com um L no meio, então ele respondeu:
— BUCLETA.
Chega a assistente social no manicômio, lá ela vê todos numa sala pulando e se divertindo, mas havia um louco sentado no canto da sala, e ela perguntou por que ele estava ali. Ele disse que estavam brincando de pipoca e ele havia grudado na panela.
Um dia, um amigo chamou o outro para ir a uma zona que acabara de abrir na cidade. O amigo, mesmo com pouco dinheiro, topou. Chegando na zona, era uma zona diferente. Nessa zona havia muitos quartos com os nomes dos sexos e o preço. Numa porta, sexo cachorrinho. Numa outra porta, sexo peixinho. Mas o dinheiro dele só dava para um quarto: chupeta atômica. Quando ele entrou, deparou com uma loira de quase dois metros. Ela mandou que ele sentasse na cama, que ela acabara de trocar o lençol. Quando ele sentou, ela veio e catou no seu pau. Ela deu aquele…
Dois centroavantes de um mesmo time de futebol resolveram se casar num mesmo dia, no mesmo horário e na mesma igreja. Na noite de núpcias foram para o mesmo motel e hospedaram-se em quartos vizinhos. Então combinaram que cada vez que um desse uma foda na esposa gritaria bem alto "GOL", para o outro escutar os mais "gols". Os dois entraram juntos no quarto, passaram-se dez minutos e um deles gritou: — GGGGOOOOOOOLLL!!!! Mais meia hora e ele novamente: — GGGGGOOOOOOOLLLL!! Depois de uns 40 minutos: — GGGGOOOOOLLLL!!! Achando estranho a não marcação de…
Havia uma república onde moravam quatro jogadores de vôlei, todos com mais de 2 metros de altura. Certo dia chegou à porta da república um anão MUDO com uma placa na mão, escrita que procurava lugar para morar e dividir despesas. Os quatro jogadores aceitaram e aos poucos foram fazendo amizade com o anão MUDO. Certo dia o anão entrou num dos quartos da casa e viu os quatro gigantes pelados colocando o pinto num buraco na parede. Era um buraco que dava na sala da casa da vizinha ao lado, uma mulher gostosa que tinha um marido gordinho e muito chato…
Jãozinho chega na sala de aula e diz...
O Joãozinho estava em sala de aula conversando quando a professora chegou. Na entrada para a sala de aula havia um degrau, e a professora estava de saia, e quando ela foi entrar escorregou e caiu.
Nisso ela levantou e disse:
— Zesinho, o que você viu?
— Suas perna, fessora.
— 1 semana de suspensão.
— Juca, o que você viu?
— Suas coxa, fessora.
— 2 semanas de suspensão.
— Joãozinho, o que você viu?
Ele foi recolhendo os materiais, saiu fora de sala e disse:
— Até ano que vem, pessoal.
A professora fazia pergunta para os alunos na sala de aula.
— Mariazinha, quem descobriu o Brasil?
A Mariazinha:
— Pedro Álvares Cabral, fessora.
— Jorginho, quem descobriu a América?
O Jorginho:
— Cristóvão Colombo, professora.
Nisso, o Joãozinho, que estava no fundo da sala, só tirava um cochilo, quando a professora indagou:
— Agora vou escrever as respostas na lousa e vocês copiem.
Nisso ela olha para o Joãozinho, no fundo da sala, dormindo, e indaga:
— Joãozinho, copia.
O Joãozinho, assustado e meio sonolento, responde:
— Não, fessora, cú peida.
Fessora.
A professora entra na sala e diz: — Quem me declamar um verso ou uma prosa eu deixo ir embora mais cedo. A Mariazinha declamou logo o seu poema: — Batatinha quando nasce se esparrama pelo chão, menininha quando dorme põe a mão no coração. Então o Joãozinho declamou logo o seu: — Joguei uma pedra na água e de pesada foi ao fundo; os peixinhos logo gritaram: — Viva D. Pedro II! Chegou a vez do Juquinha e, não tendo mais poema para ele declamar, ele inventou: — Tenho uma professora que se chama Julieta, ela tem bastante pêlo bem em cima da... Ele falou: —…
Numa aula de catecismo na sala de Joãozinho, só tinha uma aluna rindo, bagunçando etc. O nome dela era Bruna Rola Carvalho Santos, mas era conhecida como Rola na sala.
Certa hora, quando Bruna estava enchendo o saco de Joãozinho, ele disse:
— Padre, bota a rola pra fora!
Na sala de aula, a professora estava fazendo perguntas sobre a profissão de cada pai. Todos os alunos tinham pais com um bom trabalho, mas quando perguntou pro Zequinha: — Zequinha, no que seu pai trabalha? Zequinha demora um pouco e responde: — Ele é aqueles cara que fica dançando de tanguinha em bar! Todo mundo caiu na risada, e a professora, preocupada com a situação de trabalho do pai de Zequinha, pede para ele esperar depois da aula. — Zequinha, você não tem vergonha de falar no que seu pai trabalha? Zequinha responde: — Tenho sim, professora, por…
A professora estava na sala de aula ensinando o que era rima e o que era prosa: — Rima: você forma a frase e as palavras têm que coincidir no final; e prosa: elas não precisam coincidir. Entenderam? — Entendemos, entendemos. — Muito bem. Pedro, dê um exemplo de uma rima. — Eu era pequeninho do tamanho de um botão, carregava papai no bolso e mamãe no coração. — Muito bem, aplausos! — Carlos, dê um exemplo de uma prosa. — Eu era pequeninho e tinha muitos brinquedos, meu irmão vinha e quebrava tudo. — Muito bem, aplausos! — Joãozinho... — Pronto…
Dois anões foram ao puteiro e conheceram duas putas. Eles beberam, fumaram, dançaram e etc. Aí as putas perguntaram se eles queriam ir para os quartos, e eles responderam que sim. Chegando no corredor, os casais se dividiram, um em cada quarto. No quarto do primeiro anão, ele estava muito empolgado, mas até demais, pois ele brochou e não teve mais ânimo. No quarto do segundo só se ouvia: — 1, 2, 3, já, 1, 2, 3, já... E isso foi a noite toda... No dia seguinte, o segundo anão pergunta ao primeiro: — Como foi sua noite? — Péssima, cara, eu brochei! Foi…
O cara andando na rua, aí um menino de rua chega e fala:
— Me dá 50 centaaaavos.
Aí o moço:
— Tem não, meu filho!
— 5 centavos??
— Já falei que não tenho!
— 1 centavo??
— Tenho não, eu só tenho esse colírio aqui!!
— Bota um pouquinho aqui! (abrindo o olho)
— 25 centaaavos??
— Tenho nada!!
— 10 centavos??
A mãe chamou o garoto e disse:
— Filhinho, amanhã eu vou fazer uma feijoada completa. Liga pro açougue e vê se tem tudo isso aqui.
A mãe deu a lista de ingredientes para o garoto, que telefonou pro açougue:
— É o açougueiro?
— É sim...
— O senhor tem pé de porco?
— Tenho.
— Tem orelha de porco?
— Tenho.
— Tem costela de porco?
— Tenho.
— Tem rabo de porco?
— Tenho.
— Tem focinho de porco?
— Tenho.
— Nossa, como o senhor é feio!
A mãe chamou o garoto e disse:
— Filhinho, amanhã eu vou fazer uma feijoada completa. Liga pro açougue e vê se tem tudo isso aqui.
A mãe deu a lista de ingredientes para o garoto, que telefonou pro açougue:
— É o açougueiro?
— É sim...
— O senhor tem pé de porco?
— Tenho.
— Tem orelha de porco?
— Tenho.
— Tem costela de porco?
— Tenho.
— Tem rabo de porco?
— Tenho.
— Tem focinho de porco?
— Tenho.
— Nossa, como o senhor é feio!
Em uma certa data na Grécia Antiga, havia um palco onde artistas se apresentavam. Um dia, um menino esperou saírem todos os artistas, então subiu e falou:
— O que que eu tenho na mão? Quem acertar ganha uma moeda.
Então gritavam:
— Moeda!
— Unha!
— Dedo!
— Pele!
— Bala!
— Ar!
— Nada!
Então um homem subiu e olhou: ei, ele não tem nada na mão.
E o menino disse:
— Tenho sim.
E o que é?
— Palalisia.
A professora chega na sala de aula e pergunta:
— Maria, o que é que a gente deita e dorme?
Maria, toda empolgada, responde:
— É a cama.
Nisso, Joãozinho entra na sala mascando chiclete.
Daí a professora chama o Juca e pergunta:
— Juca, o que é que a gente abre, sai água e toma banho?
Juca, todo empolgado, responde:
— É o banheiro, professora.
Neste intervalo de tempo, Joãozinho faz uma bola com o chiclete, que estoura em sua boca fazendo um barulho muito grande na sala.
A professora se levanta e fala:
— Joãozinho, levanta e cospe.
— Meu pinto, professora.
A professora fala:
— Na próxima aula todos deverão trazer um material de enfermagem.
No dia seguinte, na sala de aula, a professora pergunta:
— Mariasinha, o que você trouxe?
— Um esparadrapo.
A professora pergunta:
— Quem te deu?
— Meu pai.
— O que ele disse?
— Ele falou que serve para tratar de machucados.
A professora pergunta para o aluno mais encapetado da sala — nem na sala ele estava.
Vinha Joãosinho pelo corredor: lá lalá lalá.
— Joãosinho, o que você trouxe?
— Um balão de oxigênio!
— Quem te deu?
— Minha vó!
— O que ela disse?
— Devolve COF! COF! Devolve COF! COF!
Começava mais um dia de aula.
A professora entra na sala e diz:
— Bom dia, classe!
E todos responderam:
— Bom dia, professora ÊÊÊÊÊ...
A professora estranhou, e isso continuou por muitos dias.
Um certo dia, Joãozinho falta à aula.
A professora entra na sala e diz:
— Bom dia, classe!
E a turma responde:
— Bom dia, professora.
A professora logo desconfiou de Joãozinho e combinou com a classe que, no dia seguinte, ninguém responderia ao seu chamado.
No dia seguinte, Joãozinho estava na sala, a professora chega e diz:
— Bom dia, classe!!!
E apenas Joãozinho responde:
— VA SE FUDÊÊÊÊÊÊ...
O pai de Joãozinho deu uma lista para ele e falou:
— Joãozinho, ligue para o açougue e pergunte se tem esses ingredientes para a feijoada.
Joãozinho liga e o açougueiro atende:
— Pois não?
— Moço, o senhor tem pé de porco?
— Tenho.
— Rabo de porco?
— Tenho.
— Anca de porco?
— Tenho.
— Fucinho de porco?
— Tenho.
— Nossa, com o senhor é feio!
Na sala de aula de Joãozinho, a professora fala:
— Meus alunos, vocês vão fazer uma redação com os seguintes itens: religião, sexo, realeza e mistério. Só vão sair da sala os alunos que terminarem a redação.
Depois de 3 minutos, Joãozinho levanta a mão falando que já terminou a sua redação.
— Não acredito que você já terminou, Joãozinho!!! Mas já que você está falando, vem aqui na frente ler sua redação para nós!
Joãozinho pegou seus materiais e sua redação, foi lá na frente da sala e começou a ler sua redação:
— Meu Deus, estupraram a rainha! Quem terá sido???!!!
A mãe do Joãozinho manda ele ligar para o açougueiro e pedir o que estava na lista para fazer uma feijoada no domingo.
— Alô, é o açougueiro?
— É sim, o que deseja?
— O senhor tem pé de porco?
— Tenho...
— Tem orelha de porco?
— Tenho...
— Tem focinho de porco?
— Tenho...
— Tem barriga de porco?
— Tenho...
— Nossa!!! Como o senhor é feio!!!
Na escola, a professora perguntava para cada um de seus alunos:
— Joaninha, você tem medo do quê?
— Fessora, eu tenho medo da mula sem cabeça.
— Mas, Joaninha, mula sem cabeça não existe, isso é só o folclore...
— Chiquinho, tu tem medo de quê?
— Fessora, eu tenho medo do saci-pererê.
— Mas, meu filho, saci-pererê também não existe, isso são histórias...
— E você, Joãozinho, você tem medo do quê?
— Professora, eu tenho medo do Malámem.
— Do Malámem? Mas, menino, que diabo é Malámem?
— Professora, todo dia à noite, antes de dormir, a minha reza diz assim:
— E nos livrai-nos do Malámem...
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Um moleque chega no açougue e pergunta para a balconista, que estava de costas:
— Você tem joelho de porco?
— Tenho!
— Você tem nariz de porco?
— Tenho!
— Orelha de porco?
— Tenho também!
— Pô! Você deve ser feia pra caramba!
Na sala de aula, Joazinho sempre falava bobagens. Um dia as meninas resolveram reclamar com a professora, e ela falou: quando o Joazinho falar bobagens, vocês podem sair de sala. Um certo dia a professora mandou os alunos escreverem uma frase com a palavra construir.
A professora pergunta:
— O que você escreveu, Rosinha?
A menina responde:
— Perto da minha casa estão construindo um hospital.
— Parabéns. E você, Joazinho?
Ele responde:
— Perto da minha casa estão construindo um puteiro.
As meninas se levantam e saem de sala, quando Joazinho grita:
— Calma, suas putinhas, o puteiro só vai ser inaugurado mês que vem.